Segunda, 22 de junho de 2026, 09:36h
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No dia 30 de dezembro, a Secretaria Municipal da Fazenda concluiu os procedimentos contábeis pertinentes ao encerramento do mandato e entregou ao então prefeito Cláudio Martins o boletim de caixa contendo os extratos de todas as contas bancárias do município.
Conforme o documento, conferido e homologado pelo tesoureiro do município, a administração encerrou o mandato com saldo positivo superior a R$ 10 milhões, já descontados desse valor os restos a pagar processados, ou seja, trata-se de um valor líquido que pode ser integralmente utilizado pelo próximo governo na manutenção das despesas correntes e na realização de investimentos.
Segundo Martins, o encerramento do mandato com o saldo financeiro líquido superior a R$ 10 milhões coloca Jaguarão numa posição de destaque, uma vez que a realidade financeira enfrentada por grande parte das cidades brasileiras e Estados da federação é totalmente oposta.
Ele ressalta também que, embora a cidade também tenha sido atingida pela crise financeira, durante sua gestão, a Prefeitura trabalhou aumentando e qualificando diversos serviços, estruturando o quadro de pessoal, através de concurso público, e realizando investimentos em todas as áreas, sem descuidar da responsabilidade de manter a saúde financeira municipal, tendo inclusive aplicado recursos para cobrir os sucessivos atrasos e até mesmo a falta de pagamento por parte do governo do Estado em relação a compromissos de sua competência, a fim de garantir a prestação de serviços essenciais à população, como, por exemplo, o aporte de mais de R$ 2 milhões na Santa Casa somente nos últimos dois anos, bem como o atendimento do transporte escolar para dezenas de estudantes matriculados na rede estadual.
Ainda sobre o fato de sua administração encerrar o mandato com significativa suficiência financeira e honrando seus compromissos, Martins faz uma reflexão acerca dos modelos de gestão adotados. “O governo do Rio Grande do Sul decretou calamidade financeira, parcelou o salário dos servidores de forma sistemática, numa postura de total desrespeito à legislação e ao funcionalismo, prejudicando milhares de famílias. Além disso, o governo Sartori apresentou um pacote de projetos de leis que tramitou em regime de urgência, sem qualquer diálogo com a população e usando até mesmo de truculência para diminuir o papel do Estado, o que resultou na extinção de seis instituições e determinou a demissão de mais de mil pessoas, enquanto Jaguarão valorizou o funcionalismo público, reestruturando o quadro de pessoal sem jamais atrasar o pagamento dos salários, tendo inclusive adiantado o 13º salário no presente exercício”, relata.
Ele ainda ressaltou a execução de grandes obras, que muito além de preparar a cidade para o futuro e melhorar a qualidade de vida das pessoas, geraram emprego e renda que beneficiaram muitas famílias. “Ao mesmo tempo em que aplicamos um grande volume de recursos nas mais diversas áreas, trabalhamos de forma responsável e com um cuidado constante na gestão financeira, o que garante o cumprimento da legislação e possibilita que a futura gestão assuma com um saldo financeiro de mais de R$ 10 milhões, viabilizando a continuidade das obras e honrando os compromissos com o funcionalismo, como a reposição salarial e o pagamento em dia dos servidores, além de outras medidas e ações que, da mesma forma, priorizem e respeitem o povo de Jaguarão”, conclui.
Redator: Assessoria de Imprensa
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