Domingo, 21 de junho de 2026, 11:51h
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Moradores exigiram a abertura de uma CPI na Câmara para analisar o caso durante protesto no dia 20 de fevereiro
A vereadora Arlete Hartwig, presidente da Câmara Municipal de Vereadores, contesta as informações dos manifestantes que reclamavam de algumas situações que teriam ocorrido durante um protesto popular realizado na sessão do dia 20 de fevereiro. Ela explica, principalmente, que ninguém hostilizou as pessoas que participaram do ato.
A manifestação pedia que a Câmara investigasse denúncias de suposta compra de votos que teriam favorecido a prefeita Selmira Fehrenbach. A Brigada Militar foi chamada ao local, já que os manifestantes ficaram em frente à Câmara após a sessão, cobrando da presidente um posicionamento. No entanto, ela explica que não foi seu marido que chamou os policiais, como reclamavam os manifestantes, mas sim a assessoria jurídica da Câmara. Ainda que a manifestação tenha sido pacífica, ela diz que nunca houve algo parecido na cidade, por isso havia certa preocupação do jurídico. No entanto, ela garante ser totalmente favorável ao ato popular. “Esta atitude é louvável, tanto que eu fui falar com as pessoas, todos têm o direito de se manifestar”, diz.
Ela também alega que seu marido não hostilizou os manifestantes. Ele estava em frente à Câmara durante a manifestação, mas nenhum problema teria ocorrido, tampouco haveria necessidade de ele ser contido pela Brigada, como disseram os manifestantes.
Arlete recebeu uma denúncia dos presidentes de alguns partidos sobre a suposta compra de votos e explica que o tema não foi debatido durante a sessão, pois foi entregue minutos antes de seu início, portanto, sem tempo hábil de entrar na ordem do dia. Ela recebeu representantes dos manifestantes e explicou isso a eles e também que, para a abertura de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), é necessário que, pelos menos, três vereadores façam o pedido e seis o aprovem. Por isso, ela se diz muito tranquila, sem ter tido problemas com os manifestantes, tampouco deixando de cumprir com sua obrigação com as denúncias.
Errata
Na matéria de título “Comunidade cobra investigação de denúncias sobre compra de votos”, veiculada na edição nº 544, na página 8, informamos que os vereadores Marlon Prasdio, Uendel Carpes e Alexandre Borchhardt fariam pedido de abertura de uma CPI. Na verdade, a informação está incorreta, pois eles não se manifestaram neste sentido.
Redator: Tradição Regional
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