S�bado, 11 de julho de 2026, 01:38h
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Em função do grande fluxo de trânsito no entroncamento, o trevo local necessita de mudanças, pois tem registrado acidentes graves com frequência
A máxima que diz “economia de uns, prejuízo de outros”, no momento é aplicável à prefeitura de Capão do Leão. Para escapar do pedágio na BR-116, praça Pavão, motoristas de caminhões do tipo bitrem transitam pela avenida Narciso Silva, na sede do município, e pelas estradas rurais, deixando um rastro de destruição, além de levar perigo a moradores e outros motoristas, principalmente ligados ao transporte de estudantes do interior para as escolas da sede.
Ao cruzar pela zona urbana e posteriormente pelas estradas rurais, os caminhoneiros têm a opção de voltar à BR-116 após a praça do pedágio. Geralmente, fazem isso quando estão vazios e viajam com destino a Arroio Grande, Jaguarão e Uruguai, mas eventualmente voltam carregados pelo mesmo caminho. Com isso, evitam o pagamento do pedágio e contribuem para piorar as condições das vias central e rural do município.
Baseada em resolução do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), que exige autorização específica para o trânsito desses veículos em vias municipais, a prefeitura adotou a proibição do trânsito. Colocou placas em vários locais. De nada adiantou. O trânsito continua, assim como os problemas que o acompanham. “As estradas rurais são vicinais, não são para esse tipo de trânsito. Isso representa perigo para os moradores, evasão de receitas, no caso da concessionária responsável pelo pedágio, além dos prejuízos à administração, que gasta mais reformando estradas”, pondera o secretário de Agricultura, Carlos Alberto Blaz, lembrando que em dias chuvosos o trânsito de caminhões pesados deixa as estradas intrafegáveis.
Em função disso, a administração municipal deverá solicitar maior apoio à Brigada Militar para coibir o trânsito dos bitrens na zona urbana e rural do município.
Rótula na BR-293
Outra preocupação dos administradores leonenses é o acesso à sede do município a partir da BR-293. Em função do grande fluxo de trânsito no entroncamento, o trevo local necessita de mudanças, pois tem registrado acidentes graves com frequência e já foi pauta de reunião entre a administração, Brigada Militar, Policia Rodoviária Federal e comunidade.
Na semana passada, o secretário de Obras, Urbanismos e Meio Ambiente, Alex Quevedo, protocolou junto à Ecosul documento no qual solicita analise pela concessionária e Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) da possibilidade de transformação urgente do trevo em rótula, o que acreditam os gestores, diminuiria os acidentes no local. Recentemente, um acidente com um veículo de prefeitura de Pinheiro Machado resultou na morte de uma pessoa.
Redator: Assessoria de Imprensa
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