Segunda, 15 de junho de 2026, 22:05h
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No último sábado (12), o prefeito Moacir Alves e o vice, Cal Oliveira, estiveram no programa Sem Censura, do jornalista Iram Lima, na Rádio Portal Sul FM, para apresentar à população os projetos em tramitação nos governos estadual e federal.
O prefeito destacou o projeto cadastrado no Ministério da Educação para a construção de auditório e salas de aula na E.M.E.F. General Osório, bem como projeto cadastrado junto ao Ministério do Desenvolvimento Social para a construção de um novo Centro de Referência da Assistência Social (CRAS) e pavimentação da rua Santos Dumont, no bairro Brasília, além da aplicação de verba através de emendas parlamentares na área da saúde, dos deputados federais José Stédile (PSB), Afonso Hamm (PP) e Alceu Moreira (PMDB); na área de pavimentação dos deputados Marco Maia e Henrique Fontana (PT); e na área do Turismo do deputado Pompeo de Mattos (PDT).
Na ocasião, o prefeito explicou que Pedro Osório está incluído no cadastro de devedores do Estado (Cadin) por ausência de construção de 80 cisternas (convênio 2440/2012). Segundo os cálculos da Secretaria de Desenvolvimento Social, Trabalho, Justiça e Direitos Humanos, o município é devedor, até o mês de março, da quantia de R$ 147.542,07.
Sobre a canalização pluvial nas ruas Balbino Braga e trecho que compreende as ruas Pasquale Marchese e Mauá (convênio 2108/2014), Alves esclareceu que o engenheiro Davi Mattos, da Secretaria de Obras do Estado, ao realizar fiscalização no local, no dia 27 de junho, constatou que faltou, na execução do projeto, 62 metros de tubo. A fim de evitar novo ingresso no Cadin, o município gastará aproximadamente R$ 17 mil para aquisição e conclusão da obra.
Com relação à construção de fossas e sumidouras em cinco unidades habitacionais (convênio 2664/2012), o prefeito esclareceu igualmente que o município gastou o valor de R$ 6 mil para não restar devedor.
Por último, foi esclarecido que a cidade recebeu do Ministério da Saúde o pedido de devolução do valor de R$ 91.359,96, em razão de apontamento da Controladoria-Geral da União (CGU), no ano de 2011, por constatar armazenagem inadequada de medicamentos, inexistência de controle dos estoques e descarte excessivo.
Redator: Assessoria de Imprensa
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