Domingo, 14 de junho de 2026, 01:39h
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Um problema que afeta a maioria dos municípios são os animais mortos em via pública. Para atender a questão e resolver o problema ambiental, a Prefeitura de Capão do Leão passará a atender a legislação que determina uma destinação correta para os animais mortos que, em geral, são enterrados em locais indevidos ou ficam expostos em decomposição, contaminando o meio ambiente.
Na quarta-feira (22), o prefeito Mauro Nolasco, acompanhado da vice, Gilciane Baldassari, e das equipes da Secretaria de Obras, Urbanismo e Meio Ambiente e Agricultura, Indústria e Comércio, foi conferir a conclusão da obra da Composteira Municipal de Cadáveres de Animais.
“A compostagem é a proposta ambientalmente correta para o destino dos animais mortos, evitando problemas com contaminação no solo, do lençol freático e a transmissão de doenças”, explicou a diretora de Meio Ambiente, Natália Simões. Trata-se de um processo controlado de decomposição. As carcaças são depositadas sobre matéria vegetal e, num período de 120 dias, o animal é decomposto, restando apenas alguns ossos mais resistentes.
No processo de compostagem aeróbica, a Prefeitura optará por serragem, material que, além de evitar o mau cheiro, agiliza a decomposição. Com a aquisição de um triturador, a gestão também irá aproveitar no processo os resíduos de vegetação colhidos nas limpezas das ruas. O material orgânico oriundo da compostagem será utilizado como adubo em jardins, parques e na recuperação de áreas degradadas.
A Composteira Municipal está localizada no 4º Distrito, em Figueirinhas, em uma área pública até então desocupada e sem aproveitamento. No local, foram construídas três baias de 9 metros de diâmetro, com espaço para armazenar em torno de 180 animais, de pequeno a grande porte.
“A iniciativa da Prefeitura é uma evolução muito grande na preservação do meio ambiente no município. Vemos que a atual gestão está empenhada em tratar das questões ambientais com seriedade e comprometimento”, comentou o presidente do Conselho do Meio Ambiente, Rafael Diaz.
Ciente de que os animais mortos soltos nas vias públicas são um problema antigo no município, o prefeito Mauro Nolasco, mesmo antes de assumir a gestão, havia incorporado a proposta ao plano de governo. “Essa é uma obra simples, mas de grande importância. Na prática, estamos mostrando que, com diálogo e intermediação, evitamos a política punitiva. Com as devidas orientações técnicas, atendemos a legislação, contribuímos com a preservação do meio, reduzimos os impactos ambientais e viabilizamos os avanços”, finalizou.
Para contribuir com o recolhimento e informar sobre os animais mortos nas vias, a população pode entrar em contato com o Departamento de Serviços Urbanos pelo telefone (53) 3275-1966 ou com a Administração do Jardim América, pelo (53) 3275-5466.
Redator: Tradição Regional
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