Ter�a, 09 de junho de 2026, 21:19h
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No município, o décimo dia de paralisação dos caminhoneiros registrou falta de alimentos em alguns estabelecimentos comerciais, além da falta de combustíveis nos três postos de gasolina que abastecem Capão do Leão.
De acordo com Paulo Ongaratto, os motoristas que trabalham nas empresas de transporte de combustíveis estão se negando a buscarem o líquido nas refinarias. Os proprietários dos postos de gasolina estão contratando motoristas e caminhões particulares para buscarem o produto. É o caso do Posto Mauá, localizado no Centro, que contratou serviço particular para buscar combustível em Rio Grande.
Mesma situação enfrentada pelo Posto Leão, localizado as margens da BR-116, no bairro Jardim América e do Posto Ebenezer, localizado na avenida Eliseu Maciel, no bairro Jardim América. Na quarta-feira (30), há expectativa era de que 15 mil litros de gasolina chegassem até o Posto Mauá.
Desde a semana passada o município está em alerta. A Prefeitura decretou estado de calamidade pública, baseado na orientação da Federação das Associações de Municípios do Rio Grande do Sul (Famurs). Há uma pequena reserva de combustíveis para serviços da Secretaria de Saúde, sendo serviços emergenciais. O transporte coletivo também teve horário reduzido. Nem mesmo os táxis estavam a disposição da população. Os taxistas que não se programaram para enfrentar a paralisação dos caminhoneiros, ficaram com pouca gasolina e com a clientela reduzida e com isso, muitos optaram por atender somente chamadas para trajetos curtos. Com o feriado de quinta-feira (1º), a expectativa era de que a falta de combustíveis e de alimentos se normalizem no final de semana.
Redator: Tradição Regional
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