Ter�a, 09 de junho de 2026, 21:20h
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Os reflexos foram sentidos no dia 23 de maio, quando o primeiro dos três postos, situado na zona urbana, ficou sem combustível. No dia 25, outros dois revendedores paralisaram o fornecimento. Na segunda-feira (28), “com escolta da Defesa Civil e da Polícia Rodoviária Federal conseguimos carrear o caminhão em Rio Grande e passar pelo bloqueio em Pelotas com 15 mil litros de gasolina, 15 mil litros de diesel comum e 5 mil litros de diesel S10”, contou Kérlon Farias, proprietário da abastecedora que teve fila de 300 metros e espera de até cinco horas pelo combustível no tanque que durou até o final da manhã da terça-feira (29). Serviços como o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), ambulâncias do Hospital Nossa Senhora da Conceição e coleta de lixo só tiveram continuidade devido ao prefeito Vitor Ivan Gonçalves Rodrigues (PDT) ter conseguido que o fornecedor de diesel mantivesse uma reserva para serviços básicos. O transporte escolar dos alunos que residem na zona rural deixou de circular e as aulas estão canceladas desde então. No mesmo dia, o prefeito tornou público que a área da saúde é uma das mais atingidas. A Viação Santo Expedito, responsável por transportar os moradores do bairro Cancelão, reduziu um dos horários e estava realizando, até o fechamento da edição, quatro viagens diárias. A empresa Expresso Embaixador havia suspendido o horário diário das 11h30, que saía de Piratini e de Pelotas, perdurando até o retorno da normalidade. Nos mercados, as gôndolas estavam praticamente vazias e os alimentos que ainda havia para comercialização estavam com preços altos. Ovos, frios e cortes de frango estavam em falta.
Redator: Tradição Regional
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