Domingo, 07 de junho de 2026, 04:57h
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No último domingo (7), os brasileiros foram às urnas decidir os próximos quatro anos do país e de seus estados. Em âmbito nacional, 13 candidatos estavam na disputa pelo Palácio do Planalto: Álvaro Dias (Podemos), Cabo Daciolo (Patriotas), Ciro Gomes (PDT), Eymael (DC), Fernando Haddad (PT), Geraldo Alckmin (PSDB), Guilherme Boulos (PSOL), Henrique Meirelles (MDB), Jair Bolsonaro (PSL), João Amoêdo (NOVO), João Goulart Filho (PPL), Marina Silva (Rede) e Vera Lúcia (PSTU). Com diferentes propostas, o objetivo era atender as principais demandas da população, como reestabelecimento da economia e melhorias na segurança, saúde e educação.
Os candidatos tiveram 52 dias para fazer suas campanhas eleitorais, uma redução de quase 50% comparado a anos anteriores, quando o tempo para apresentação de plano de governo era de 90 dias, porém alguns não conseguiram fazer a campanha integral: devido a rejeição do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) da candidatura do ex-presidente Luis Inácio Lula da Silva, pelo PT, o candidato Fernando Haddad teve 23 dias para divulgação de propagandas eleitorais em veículos de comunicação com seu nome; já o candidato Bolsonaro teve campanha interrompida no sexto dia, em decorrência de uma facada sofrida na região abdominal durante passeata em Juiz de Fora (MG); e Cabo Daciolo se isolou por 21 dias no alto do Monte das Oliveiras, no Rio de Janeiro, para período de orações e jejum.
Após o domingo eleitoral, de muita expectativa e ansiedade, a partir das 19h os primeiros resultados para a presidência começaram a sair. A disputa manteve-se entre os candidatos do PSL e do PT até o final, encerrando com 46,03% e 29,28%, respectivamente, levando a decisão para o segundo turno, que será realizado no próximo dia 28.
Neste ano, a abstenção de votos bateu um novo recorde. Com índice de 20,33%, é o mais alto percentual registrado desde 1998, quando foi de 21,5%. Quanto aos nulos, 5,8% dos eleitores que compareceram às urnas neste ano anularam seus votos para presidente.
No Rio Grande do Sul
Já no âmbito estadual, a decisão para governador também ficou para o segundo turno. Com oito candidatos para assumir o Palácio Piratini em 2019, a disputa entre Eduardo Leite (PSDB), Jairo Jorge (PDT), José Ivo Sartori (MDB), Julio Flores (PSTU), Mateus Bandeira (NOVO), Miguel Rossetto (PT), Paulo de Oliveira Medeiros (PCO) e Roberto Robaina (PSOL) terminou entre o candidato do PSDB e o atual governador. Agora, a dupla tem campanha eleitoral estendida por mais duas semanas e os gaúchos voltarão às urnas para votar junto a decisão do presidenciável.
Para o Senado, dos 15 candidatos, os dois eleitos para representar o estado foram o candidato Luis Carlos Heinze, do PP, e Paulo Paim, do PT. Neste ano, a segunda vaga foi aberta para substituição da senadora Ana Amélia Lemos (PP), que deixou o cargo para compor a chapa como vice-
presidente de Alckmin. Com o senador Lasier Martins (PSD), o RS conta com três cadeiras no Senado Federal.
Redator: Tradição Regional
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