S�bado, 06 de junho de 2026, 23:02h
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Durante as eleições no último domingo (28), a vice-prefeita de Capão do Leão, Gilciane Baldassari, foi acusada por um fiscal do PSL, partido do presidente eleito Jair Bolsonaro, de fazer boca de urna. Conforme o fiscal, ela estaria abordando e convencendo eleitores a votar em determinado candidato. A Brigada Militar foi chamada no local para averiguar a situação, porém não encontrou evidências que comprovassem a denúncia.
Com veículo particular, a vice-prefeita foi até o Ministério Público (MP) para prestar esclarecimentos, por vontade própria. “Me disponibilizei a ir até o MP prestar esclarecimentos pois não estava fazendo nada, estava no local de votação com minha família”, comenta.
Ainda, de acordo com Gilciane, ela havia votado pela manhã e retornou no local à tarde para levar a filha para votar. “Por ser professora e vice-prefeita, conheço muita gente da comunidade, é normal as pessoas virem conversar comigo, me abraçar, mas não fiz boca de urna”, destaca.
No MP foi lavrado o termo circunstanciado, registro de um fato tipificado como infração de menor potencial ofensivo, comum nesses casos. O fiscal do PSL também compareceu para oficialização da denúncia. Segundo o promotor de plantão no momento do acontecido, André Barbosa de Borba, o documento será encaminhado para a Justiça Eleitoral e será analisado por um promotor de justiça.
Redator: Tradição Regional
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