S�bado, 06 de junho de 2026, 01:30h
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O vereador Marcial Guastucci, o Macega, está novamente no centro de uma polêmica. No dia 27 de dezembro, o parlamentar usou sua rede social para fazer graves acusações, segundo ele, baseadas em depoimentos de pessoas que asseguram terem sido vítimas de abuso de autoridade e até mesmo tortura, praticados por policiais do Pelotão de Operações Especiais (POE), recentemente.
“Fomos procurados por pessoas que alegam diversas situações de abuso de poder como, por exemplo, policiais batendo em mulher grávida, pessoas algemadas com fita adesiva na boca para apontar onde estava o infrator, choque elétrico com fio desencapado ligado às tomadas, todos vítimas de alguns membros do POE que buscavam confissão”, postou o parlamentar.
O assunto parou na sessão da Câmara de Vereadores, onde algumas pessoas tornaram públicas as agressões que asseguram terem sofrido, o que gerou um requerimento onde o autor é Macega e que foi aprovado por todos os demais, no qual o teor é um pedido para que os fatos sejam investigados.
De acordo com o tenente Carlos Ricardo Volz Müller, comandante da Brigada Militar (BM) em Piratini, nenhuma queixa sobre esses ocorridos chegou ao seu conhecimento.
“Não temos nada sobre isso. A BM é uma instituição transparente, assim, se ocorreu ou ocorrer um excesso por parte de algum policial, quem sofreu pode e deve nos procurar e relatar. Tudo será registrado e será alvo de uma avaliação”, assegurou.
Müller também elogiou a importância e o trabalho realizado pelos agentes do POE, pois com eles foi possível, conforme sua avaliação, reforçar a segurança da população, que garante ter dado um retorno à corporação, elogiando a atuação do reforço.
“Tivemos caso de assaltos e arrombamentos com explosão de caixas eletrônicos em cidades vizinhas, como Canguçu, e também em Piratini, o que ocorreu em fevereiro na agência do Sicredi, com reféns e uso da população como cordão humano”, lembrou o comandante, que destacou: “Eles vieram para proteger a área bancária, mas não somente isso, a violência de um modo geral. Aumentaram as prisões por tráfico, diminuíram os arrombamentos, furtos e assaltos ao comércio, assim como furtos e roubos de veículos, enfim, uma redução significativa na criminalidade. Só ouvi elogios nessa proteção maior às pessoas”, finalizou.
Redator: Tradição Regional
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