Quarta, 08 de julho de 2026, 09:21h
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O Brasil nos próximos 20 anos precisa duplicar a produção de energia e o carvão mineral é importante matriz energética e que deve ser melhor aproveitado. Esta é a afirmativa do deputado federal Afonso Hamm (PP-RS), que é presidente da Frente Parlamentar do Carvão Mineral no Congresso Nacional, durante Seminário na Câmara de Vereadores de Bagé. O evento foi promovido pela Comissão Especial do Carvão Mineral, que tem como presidente o vereador Caio Ferreira e membros, os vereadores Antenor Teixeira, Wilson Moraes, Carlos Adriano Silveira (Esquerda) e pastor Edimar Fagundes.
O seminário “Movimento Nacional em Defesa da energia Elétrica produzida através do carvão mineral e energia eólica”, reuniu lideranças políticas e representantes do setor de toda região da campanha e carbonífera.
A abertura do evento ficou a cargo do presidente da Câmara de Vereadores, Paulinho Parera, vereador Caio Ferreira, prefeitos de Bagé, Dudu Colombo, de Aceguá, Julio Pintos, presidente da CRM, Elifas Simas, diretor da Usina Eólica Cerro Chato, João Ramiz e o diretor de transmissão da CEEE, Gilberto Silveira. Após todos os representantes das Câmaras de Vereadores, mineradores, sindicatos e empresas ligadas ao setor participaram do evento.
Ações
Durante pronunciamento, Hamm anunciou algumas ações da Frente Parlamentar do Carvão Mineral. Entre elas, a realização de audiências como a do dia 9 de abril, em Brasília, como o Ministro da Ciência e Tecnologia, Marco Antônio Raupp.
Hamm enfatizou que a expectativa do setor está voltada para os leilões A-5, quando já existe afirmativa por parte do ministro de Minas e Energia, Edson Lobão, para inclusão das usinas termoelétricas a carvão mineral. Mesmo assim, A Frente está organizando uma audiência com o ministro para detalhar os próximos passos. “Já existem projetos aptos para participar dos leilões, sendo que em Candiota tem o Seival (2 x 300 MW), com Licença de Instalação; MPX SUL (2 x 363 MW), com Licença Prévia e Termopampa (300 MW), em Seival (projeto em licenciamento).
Mesmo assim, o parlamentar defende a necessidade da efetivação de uma política nacional para o carvão mineral de médio e longo prazo. “Não é admissível que o Brasil utilize apenas 1,4% do carvão mineral, enquanto em outros países como África do Sul, a utilização é de 93%, 79% na China e 69% na Índia”, observa Hamm ao destacar que o Rio Grande do Sul, que concentra cerca de 90% das jazidas disponíveis no País, em Santa Catarina e no Paraná.
Redator: Assessoria de Imprensa
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