Segunda, 06 de julho de 2026, 01:42h
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As camisetas pretas pediam pela adequação à lei e por melhores condições para a classe
Professores protestaram pelo piso salarial na avenida Maurício Cardoso
Foi a quarta visita de Tarso Genro a Piratini em três anos, três delas como chefe de Estado que têm o poder de mudar as deficiências existentes nos municípios e no RS. Assim é o caso do magistério gaúcho, que alega um massacre em seus direitos, e tem seus professores lutando constantemente pelo piso salarial, conquista já determinada pela lei, mas não cumprida pelo gestor.
Sem demonstrar exaustão, os mestres continuam a reivindicar com paralisações, greves e manifestos democráticos. E no 20 de Setembro em Piratini, cerca de 30 professores, alguns representantes do Cepers, sindicato da categoria, aproveitaram a presença do petista no palanque de autoridades durante o desfile de cavalarianos para demonstrar seus descontentamentos e apresentar a pauta de exigências.
Com camisetas pretas a afirmando “Tarso fora da lei, até quando? A luta pelo piso continua”, de forma ordeira e silenciosa – o que foi imposto pela segurança de Tarso – os professores deram as costas ao governador antes do desfile ter início, recebendo a aprovação de uma boa parte das cinco mil pessoas que lotaram a avenida Maurício Cardoso. Porém, o grupo foi o único a protestar, mesmo após os acontecimentos em 2011, quando Tarso se negou a responder à Radio Nativa FM sobre a situação da Ponte do Costa, gerando debates sobre suas promessas não cumpridas.
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