S�bado, 27 de junho de 2026, 22:38h
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Deputado federal Afonso Hamm (PP-RS) falou sobre assinaturas na tribuna da Câmara dos Deputados
O deputado federal Afonso Hamm (PP-RS) manifestou na tribuna da Câmara dos Deputados dois importantes anúncios voltados ao setor da fruticultura e vitivinicultura e que ocorreram durante a Expointer, em Esteio.
Durante o maior evento agropecuário no Parque de Exposições Assis Brasil, a ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Kátia Abreu, confirmou a implantação do Cadastro Vitivinícola Nacional, que era uma reivindicação do setor para mapear e qualificar ainda mais a produção brasileira. O cadastro será efetivado em parceria com o Instituto Brasileiro do Vinho (IBRAVIN) e Embrapa Uva e Vinho. Também foi lançado o 39º Congresso da Organização Internacional da Vinha e do Vinho (OIV), em 2016, que terá como sede a cidade de Bento Gonçalves, na Serra Gaúcha. “O cadastro já é feito no Rio Grande do Sul e agora, com a união dos esforços das entidades e governo federal será estendido para todo pais”, ressalta Hamm.
No pronunciamento, Hamm também lembrou que é autor de emenda no Supersimples que inclui os vinhos e espumantes na nova legislação das micro e pequenas empresas. “São cerca de 15 mil pequenos produtores somente no Rio Grande do Sul que serão contemplados com a nova legislação”, sintetiza.
Mosca-das-frutas
Já, em relação à fruticultura, Hamm salientou sobre outra assinatura de convênio que ocorreu no evento, junto com a Associação Brasileira dos Produtores Exportadores de Frutas e Derivados e Associação Brasileira dos Produtores de Maçã, com investimento de R$ 128 milhões até 2018 para o Programa Nacional de Combate às Moscas-das-Frutas. A praga, uma das mais relevantes da fruticultura brasileira, causa prejuízo de cerca de US$ 120 milhões ao ano, entre perdas de produção, custos de controle, processamento e comercialização.
Hamm destacou que é autor de emenda, no valor de R$ 300 mil, para Embrapa em Vacaria, visando a realização do trabalho de monitoramento desta praga que é muito prejudicial na fruticultura. “Com a continuidade desse programa teremos o controle biológico dessa praga”, explica Hamm, ao enfatizar que se trata de projeto importante para o monitoramento da mosca-das-frutas, que dará qualidade às frutas para o consumo interno e também para as exportações e gerará, consequentemente, milhares de empregos em todo o Brasil.
O investimento direto do Mapa será de R$ 10 milhões ao ano para implementação de sistemas de mitigação de risco, certificação e programas de erradicação, além de R$ 6 milhões anuais para o subprograma de erradicação da mosca-da-carambola. O ministério ainda repassará por meio de convênio com estados mais de R$ 20 milhões entre 2015 e 2016. Já a iniciativa privada vai cooperar com R$ 6 milhões por ano. O investimento total somará R$ 128 milhões até 2018.
Redator: Assessoria de Imprensa
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