S�bado, 27 de junho de 2026, 17:10h
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“Dar de si antes de pensar em si”. Com o lema do Rotary Clube, a Casa da Amizade está presente na 89ª Expofeira de Pelotas, tentando “fazer bem sem olhar a quem”, como diz a presidente da entidade, Carmem Regina Crizel.
Antes do início da feira, ela e a coordenadora de patrimônio, Isabel Kirst Farias, davam os últimos retoques na sede dentro da Associação Rural de Pelotas quando explicaram como é a participação da Casa da Amizade no evento deste ano. A principal atividade na feira é o bazar, que será realizado no sábado (10) e domingo (11). No local, serão vendidos artesanatos produzidos por aproximadamente 32 mulheres que integram a Casa. Entre os principais produtos produzidos, estão peças de lã e pinturas em madeira, por exemplo. São aproximadamente 500 peças à venda. O lucro é revertido em benefício de entidades carentes.
De acordo com a presidente, os bazares promovidos pela entidade tem a função de complementar os enxovais doados para bebês pelas associadas, que costumam se reunir nas quartas-feiras durante a tarde. Elas também costumam doar as peças de lãs que produzem para crianças.
Projeto de leitura
A Casa da Amizade também está executando um importante projeto de leitura. Dentro do projeto, a entidade conseguiu mais de 400 livros para montar uma biblioteca na Escola Municipal Machado de Assis e, junto com a diretora e professores da instituição, a leitura das crianças foi estimulada. Os alunos também foram motivados a criarem suas próprias histórias. “Eles já foram na Hora do Conto da livraria Vanguarda, ao cinema ver o filme O Pequeno Príncipe e, no final do ano, todos irão fazer as suas historias. Nós vamos encaderná-las e dá-las para eles”, explica Isabel.
Todos esses eventos tiveram o apoio da empresa Conquistadora, da empresa São Jorge e do Rotary Clube Pelotas Suleste.
Origem da Casa da Amizade
De acordo com Carmem e Isabel, o espaço da Casa da Amizade foi doado pela Associação Rural de Pelotas, e é utilizado pelos seis Rotarys Clubes existentes no município, seja pelos rotarianos, suas esposas e viúvas. As mulheres são associadas e contribuem mensalmente. Antigamente, conta Carmem, não existiam mulheres rotarianas, o que hoje já é permitido.
Redator: Tradição Regional
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