S�bado, 27 de junho de 2026, 09:43h
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Após 16 dias, as cerca de 400 famílias do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) desocuparam a fazenda Sol Agrícola, na localidade de Prado Novo, interior no Município. A desocupação foi na quarta-feira (4) de forma pacifica, acompanhada pela Brigada Militar, atendendo a ordem de reintegração de posse emitida pela Justiça que negou recurso do MST.
Após a saída, trabalhadores da fazenda voltaram ao local e agora contabilizam os prejuízos. Em casas, galpões e oficinas da fazenda que pertence a um produtor chinês, estão pichações com frases como “voltares”, “vamos voltar para colher o que plantamos”, entre outras. Tratores, colheitadeiras e até carros também foram pichados. “Estamos fazendo um levantamento dos prejuízos, o que foi aparente fotografamos, agora estamos aguardando inventário para saber de ferramentas e de como está os veículos e maquinários, se também foram danificados em seus motores”, explica o advogado da fazenda, Lauri Lopes.
O advogado adianta que os integrantes do movimento serão acionados judicialmente de forma individual, já que todos eles foram identificados durante a desocupação. “Vamos entrar com ação criminal contra cada um deles”, diz. Agora, com a situação voltando a normalidade, a fazenda se prepara para o plantio de 500 hectares de soja para a safra 2015/2016.
Redator: Tradição Regional
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