Quinta, 18 de junho de 2026, 16:28h
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Desde a primeira edição da Expoarroz, em 2009, a empresa de produção de sementes Hadler & Hasse está presente nos pavilhões da feira, como expositor. Antes disso, a empresa tinha participado apenas do Rice Show, realizado pela Embrapa Pelotas, em 2000. E foi pela convivência com outras empresas e com suas estratégias de marketing durante a feira que surgiu a necessidade de trabalhar melhor a sua marca. “Nós éramos a única empresa do ramo de sementes e entramos despretensiosamente no mercado, mas as pessoas sabiam quem nós éramos pela qualidade do nosso produto”, conta um dos diretores, Germano Hadler.
Segundo ele, a Expoarroz oferece uma série de oportunidades aos participantes, como a troca de ideias, conhecimento de novas tecnologias, oportunidade de negócios com sementes e também grão. “A feira nos propicia visibilidade e troca de conhecimentos, novas ideias e novos negócios”, acrescenta.
Segundo ele, com a reiterada participação nas edições da feira, a necessidade de criação de um departamento de marketing dentro da empresa foi se tornando cada vez maior, e nesta edição se consolida com a contratação da jornalista Paula Pons, que coordena o setor. “Agora, mostramos a nossa marca com ainda mais competência e profissionalismo”, diz.
Outra marca que já está vinculada à Expoarroz é a empresa Delta Plastics, responsável pela produção dos politubos plásticos para irrigação. A sua primeira participação na feira foi em 2015, quando lançou o produto e, neste ano, vem como um dos patrocinadores. De acordo com o consultor técnico de desenvolvimento da empresa, Guilherme Cassol, a tecnologia foi introduzida no Brasil, na safra 2013/2014, por intermédio da Granja Bretanhas.
Na safra 2016/2017, deu início à produção em fábrica própria, no Distrito Industrial em Pelotas, a fim de atender o mercado que se encontra em expansão para o Mercosul (Uruguai, Paraguai e Argentina). No Rio Grande do Sul, a tecnologia já se encontra em todas as regiões arrozeiras, com irrigação em área em torno de 15 mil hectares de arroz e soja. “A área ainda é pequena em relação a um milhão de hectares de arroz, mas se considerarmos que a tecnologia ainda está em fase de difusão, o crescimento nesta safra foi em torno 25%”, diz.
Durante a feira, Cassol apresentou os resultados e os benefícios que a tecnologia tem proporcionado ao produtor. Entre eles, a economia de água e de energia verificada em torno de 20% em relação ao sistema convencional. O investimento médio dos projetos realizados até agora têm custo entre R$ 90 e R$ 150 por hectare.
Redator: Tradição Regional
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