Ter�a, 07 de julho de 2026, 11:37h
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Com o fim do prazo para a vacinação contra a Febre Aftosa em 31 de maio, a Inspetoria Veterinária de Piratini contabiliza os números das ações relativas à prevenção, envolvendo sete funcionários que foram a campo atender uma média de 180 produtores por dia. Com um rebanho bovino de 150 mil animais pertencentes a 3, 8 mil criadores, o trabalho começou em 30 de abril, dois dias antes da abertura oficial do prazo, quando foram atendidos cerca de 500 criadores para a distribuição das 58 mil doses aos beneficiários do Programa Nacional de Agricultura Familiar.
O veterinário Marcelo Bardi, responsável pela Inspetoria Veterinária de Piratini, explicou que, conforme o calendário oficial do Programa Nacional de Controle e Erradicação da Febre Aftosa (PNEFA) para o Estado do Rio Grande do Sul, a vacinação contra a Febre Aftosa é efetuada em bovinos e bubalinos de todas as idades no mês de maio, sendo que em novembro, uma nova campanha, a chamada etapa dois, deve imunizar apenas animais de 0 a 2 anos.
Ele lembrou que a nova legislação sanitária, regulamentada em 2013, estabelece penas mais duras para o produtor rural que deixou de vacinar o gado. “A multa mínima para quem não vacinar nesta campanha é de R$ 865”, esclarece. A legislação anterior estabelecia multas de 2% sobre o valor de cada animal não vacinado. Com a mudança, a pena é de 60 Unidades Padrão Fiscal (UPFs) – o equivalente a R$ 824 – mais 3 UPFs por animal que não foi vacinado.
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