Quinta, 02 de julho de 2026, 00:48h
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O Ministério da Saúde incluiu no calendário de vacinação, a imunização contra a Hepatite A, doença causada por água contaminada, verduras e legumes mal lavados, por exemplo, e que pode levar a morte. Em São Lourenço do Sul, a vacinação iniciou este mês em todas as 13 Unidades Básicas de Saúde da cidade de do interior.
A vacina é destinada a crianças entre um e dois anos (12 até 24 meses de vida). Atualmente são 160 crianças nesta faixa etária em São Lourenço. O objetivo é prevenir a Hepatite A e, dessa forma, imunizar gradativamente toda a população. O esquema vacinal preconizado pelo Programa Nacional de Imunizações, do Ministério da Saúde, prevê uma dose única da vacina. “Não se trata de uma campanha, a vacina está no calendário e permanecerá sempre. Quando as crianças estiveram nesta faixa etária, os pais devem procurar as Unidades de Saúde para que recebam a vacina”, explica a enfermeira coordenadora do Setor de Imunizações da Secretaria Municipal de Saúde, Paula Soares. Ela destaca que a vacina contra Hepatite A passa a ser uma importante ferramenta de prevenção da doença, pois se tomada na infância gera proteção para a vida inteira, e evita casos graves e óbitos causados pela doença. A vacina é segura e praticamente isenta de reações, mas pode provocar vermelhidão e inchaço no local da aplicação. “Esta vacina é aplicada em países em desenvolvimento e o Brasil está se adiantando para imunizar a população”, explica.
Mais informações podem ser obtidas nas Unidades Básicas de Saúde ou junto ao Setor de Imunizações – Vigilância Epidemiológica da Secretaria municipal de Saúde ou ainda pelo fone (53) 3251-9558.
Vacinação contra HPV
Paula Soares também lembra que a partir de 1º de setembro será realizada a segunda etapa da campanha de imunização contra o HPV. As meninas de 11, 12 e 13 anos, que receberam a primeira dose em março devem em setembro receber a segunda. Mais uma vez a vacinação ocorrerá nas escolas lourencianas. “Nós optamos por fazer a vacinação nas escolas e esta experiência deu muito certo, então vamos repetir este método que estreitou relação com as escolas. Também aproveitamos para dialogar e fazer um trabalho de prevenção com os meninos, mesmo que não sejam o alvo da campanha. Foi muito positivo, pois a saúde na escola é algo muito importante”, justifica a enfermeira.
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