Quarta, 01 de julho de 2026, 04:15h
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A partir de sábado (8), começam as campanhas de vacinação infantil contra a poliomielite e de seguimento contra o sarampo. Os públicos alvos são crianças menores de cinco anos, com a campanha da pólio voltada para as maiores de seis meses e a do sarampo para as maiores de um ano de idade. O secretário Municipal da Saúde, Douglas da Silveira, agendou a campanha itinerante nos dias 15 e 22 de novembro, nos postos de saúde do interior e nas comunidades, na área urbana, também com a unidade móvel.
Os pais ou responsáveis devem levar as crianças aos postos, onde todas deverão ser vacinadas, até mesmo aquelas que estiverem com o esquema vacinal da pólio e do sarampo em dia. A recomendação é que todos levem o cartão de vacinação para que esta avaliação das doses de rotina seja realizada.
O calendário de rotina para a vacinação contra a pólio prevê as três doses no primeiro ano de vida (aos dois, quatro e seis meses), com o complemento de dois reforços aos 15 meses e 4 anos de idade. Já a proteção contra o sarampo dá-se através da aplicação da vacina tríplice viral (sarampo, rubéola e caxumba), aos 12 meses, seguida da tetra viral, aos 15 meses, que além das outras três doenças, também previne a varicela (conhecida como catapora).
A poliomielite (também chamada de paralisia infantil), não tem casos registrados no Brasil desde 1990. Contudo, como seguem ocorrências em alguns países na Ásia e África, ainda faz-se necessário manter elevada cobertura vacinal de forma homogênea para evitar a reintrodução do vírus.
Já os últimos casos de sarampo no Brasil ocorreram no ano 2000 e, desde então, os casos registrados foram importados ou relacionados à importação. Entretanto, em 2013 e 2014, foram registrados 596 casos da doença no país. No Rio Grande do Sul, os últimos casos foram em 2010 e 2011, com oito e sete casos, respectivamente.
O sarampo é uma doença infecciosa aguda, grave, transmissível e extremamente contagiosa, muito comum na infância. A viremia, causada pela infecção provoca perdas consideráveis de eletrólitos e proteínas. Caracteriza-se por febre alta (acima de 38,5°C), tosse, coriza, conjuntivite e manchas (pequenos pontos brancos que aparecem na mucosa bucal.
A transmissão ocorre diretamente, de pessoa a pessoa, geralmente por tosse, espirros, fala ou respiração. A doença é transmitida na fase em que a pessoa apresenta febre alta, mal-estar, coriza, irritação ocular, tosse e falta de apetite, e dura até quatro dias após o aparecimento das manchas vermelhas.
Redator: Assessoria de Imprensa
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