Segunda, 29 de junho de 2026, 12:23h
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Ao som de “me cansei de lero-lero”, da música Saúde, de Rita Lee, manifestantes ocuparam a Praça da Matriz, em frente ao Palácio Piratini, para reivindicar os repasses que estão em atraso aos hospitais filantrópicos do Estado. A cidade de Pelotas esteve representada por vereadores e diretores/funcionários da Santa Casa de Misericórdia, Hospital Espírita, Beneficência Portuguesa e Hospital Universitário São Francisco de Paula.
Vereadores de Canguçu e Piratini também se fizeram presentes. A dívida do Estado junto aos hospitais filantrópicos se encontra na marca de R$ 230 milhões. Durante todo o governo Sartori, nenhuma das quatro parcelas referentes ao ano de 2015 foram repassadas. Somados, os hospitais de Pelotas são credores de R$ 8,7 milhões desta quantia. “O que estamos vivendo nesse momento é um retrocesso. Temos novos recursos à disposição, tais como: R$ 1 bilhão de ICMS com o aumento do preço da energia; R$ 1 bilhão de ICMS da ação da PGE e R$ 140 milhões da retomada da CIDE no combustível.
O governador Sartori não pode dizer que não tem dinheiro para a Saúde”, disse a deputada Miriam Marroni (PT) durante seu discurso aos manifestantes em frente ao Piratini. A estimativa dos organizadores é de que aproximadamente 2 mil pessoas estiveram na manifestação, que contou com a participação de deputados e diretores dos principais hospitais do Rio Grande do Sul. A Zona Sul do Estado levou a Porto Alegre cerca de 50 pessoas.
Redator: Assessoria de Imprensa
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