Segunda, 29 de junho de 2026, 03:46h
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O PSP alega que depende de recursos da prefeitura para aumentar o quadro de empregados
Instituição admite defasagem, mas, acredita que faltariam 15 profissionais ao invés de 30
O Conselho Regional de Enfermagem fez uma vistoria no Pronto Socorro de Pelotas (PSP). Os dados dão conta de que haveria uma falta de pelo menos 30 profissionais de enfermagem. A instituição admite defasagem, mas, acredita que faltariam 15 profissionais ao invés de 30. Na segunda-feira (15), segundo a inspeção, a pediatria estava sem qualquer enfermeiro com graduação, apenas com profissionais de nível médio – o que é ilegal.
"O profissional trabalhando sobrecarregado não trabalha com a qualidade que a gente gostaria que ele atuasse. O risco é que ele cometa alguma falha e a população ter um atendimento de qualidade inferior àquela preconizada", avalia o presidente do conselho, Daniel Menezes de Souza.
Os números coletados nesta averiguação irão para uma ação civil pública que pede por maior contratação desde julho do ano passado. Não há legislação clara sobre o número de enfermeiros necessários, então o conselho se baseia em estudos próprios e as instituições, com corte nos orçamentos, constumam tentar diminuir o número. O PSP informou ao conselho que teria 100 profissionais de nível médio e 16 enfermeiros com nível superior. No entanto, o conselho averiguou que haveria 75 profissionais ao todo, pois os demais estariam afastados ou de licença. O PSP alega que depende de recursos da prefeitura para aumentar o quadro de empregados e informa que abriu vaga para um profissional. Já a prefeitura disse que só iria se manifestar após receber a avaliação do conselho.
Redator: Rádio Gaúcha
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