Segunda, 29 de junho de 2026, 02:20h
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O frio intenso registrado no dia 18 de junho prejudicou, mas não impediu que representantes de famílias assentadas da reforma agrária e do Banco da Terra expusessem e comercializassem o excedente da agricultura de subsistência praticada basicamente em propriedades do 2º e 5º distritos de Piratini.
Feijão, abóbora, hortaliças e outros hortifrutigranjeiros, lado a lado com produtos coloniais como cucas, pães, mel e biscoitos chamaram a atenção de quem passou pela praça Inácia Machado da Silveira. As pessoas tiveram a chance de levar para casa, ao valor similar ao vendido no comércio local, produtos livres das cargas tóxicas para o organismo humano devido ao uso de agrotóxicos.
“Você vai consumir saúde ao deixar de adquirir estes mesmos produtos no comércio comum que vende os hortifrutigranjeiros, por exemplo, com altas cargas de agrotóxicos que vão deixar em nosso organismo um residual de venenos responsáveis pelo surgimento de doenças graves. Comprar aqui é a garantia de ingerir alimentos de perfeita qualidade”, garante Anderson de Almeida Fontoura, extensionista da Emater, órgão que dá apoio e suporte técnico aos que praticam a agricultura familiar e que são ligados a Associação de Produtores de Base Ecológica de Piratini (APROBECO).
A produção, que nunca é feita em larga escala, tem o que não é comercializado na feira ao ar livre e nem vendido de porta em porta. Essa venda direta ao consumidor garante o sustento de quem se dedica a plantar e colher alimentos saudáveis para o consumo.
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