Domingo, 28 de junho de 2026, 18:43h
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Em abril, um ato realizado em frente à Câmara de Vereadores reuniu aproximadamente mil pessoas favoráveis ao projeto; outra parte da população, no entanto, mostrava desconfiança com os gastos provocados pela contratação de pessoal
A Câmara de Vereadores de Canguçu lotou na tarde de segunda-feira (13), quando estava prevista a votação da criação da Fundação Municipal de Saúde (FUMUSA). A Prefeitura de Canguçu apoiava o projeto de iniciativa popular, vinculando a aprovação da Fundação como única alternativa para manter os seis profissionais estrangeiros do programa Mais Médicos em Canguçu.
Em abril, um ato realizado em frente à Câmara de Vereadores reuniu aproximadamente mil pessoas favoráveis ao projeto. Outra parte da população, no entanto, mostrava desconfiança com os gastos que seriam gerados provocados na contratação de pessoal, a exemplo do que ocorreu no Hospital de Caridade que, após o processo de intervenção feito em abril de 2013, elevou o quadro de servidores de 220 para cerca de 380 profissionais.
Na segunda-feira, por oito votos a cinco, o projeto foi vetado pelo Legislativo. Houve uma abstenção. Votaram a favor da FUMUSA os vereadores Roda (PT), Nevinho Nornberg e João Durão (ambos do PDT), Gilberto Degar e Aparício (ambos do PMDB).
Votaram contra a FUMUSA os parlamentares Cristiano Aguiar, Rubinho, Bigico, Arion Braga e César Madrid (todos do PP), Wendel Vilela (PTB), Fininho (PSDB) e Vinícius Pegoraro (PMDB). O novato Lessandro Bierhals (PSB), que substitui temporariamente o titular Cesar Silva, se absteve da votação.
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