Quinta, 25 de junho de 2026, 00:15h
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Representando Piratini e o Conselho Nacional dos Secretários de Saúde (Conass), o gestor da Secretaria Municipal de Saúde, Diego Espíndola, mantém uma intensa agenda em Brasília para dar manutenção aos serviços prestados pelo Sistema Único de Saúde (SUS).
Espíndola encontra-se desde terça-feira (31) na capital do país e até hoje (3) estima realizar ao menos 18 reuniões com membros do Ministério da Saúde, no Congresso Nacional. A luta vislumbrada por ele e por outros quatro representantes do Rio Grande do Sul é para rechaçar o corte de despesas anunciado pela nova equipe da Presidência da República.
“Estamos discutindo a permanência do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) e da Farmácia Básica, que sofrem risco ao serem atingidas pela retenção de custos desse novo governo. Para nós, isso seria um grande retrocesso na saúde pública”, aponta o secretário.
Conforme Espíndola, até mesmo as bases do SUS podem ser impactadas pela troca de gestão. “Diminuir o investimento na saúde não é e nem nunca será a solução”, repudia, garantindo que a comitiva da qual faz parte está totalmente engajada para solucionar o empasse.
Atualmente, Piratini é referência em seis áreas atendidas pelo SUS: ginecologia; obstetrícia; mamografia; otorrino; dermatologia; e urologia. Com o corte de gastos, o município seria um dos mais atingidos em todo o Estado, o que corrobora com o empenho dele e demais secretários da Região Sul. “Cidades pequenas terem referências apresentou-se como uma grande saída para a descentralização da saúde pública. Não só nós como todo o Brasil sofrerá drásticas consequências, caso isso ocorra”, alertou Espíndola.
Redator: Tradição Regional
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