Sexta, 19 de junho de 2026, 07:22h
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Em reunião na tarde de 22 de março, os médicos do Hospital de Caridade de Canguçu (HCC) rejeitaram a proposta de retornar ao trabalho sem garantias de pagamento e decidiram, por unanimidade, manter a paralisação dos serviços. Além da falta de condições de trabalho, há atrasos de até 22 meses nas remunerações. Como é o caso dos cirurgiões que não recebem desde abril de 2015, e permaneceram trabalhando até o dia 7 de março.
Os atendimentos de urgência e emergência continuam sem alteração, porém, estão ameaçados, devido à falta de acordo entre a administração do HCC e a Prefeitura de Canguçu, e por apenas um médico estar responsável pelo Pronto Socorro, enquanto deveria haver um segundo profissional. O fato é grave e o Sindicato Médico do Rio Grande do Sul (SIMERS) levou ao conhecimento do Conselho Regional de Medicina (CREMERS) e órgãos competentes.
O SIMERS encaminhou nova proposta à administração, em caráter emergencial. Conforme os profissionais há disposição em retornar ao trabalho imediatamente, mediante o compromisso formal de que o trabalho que prestam ao hospital seja remunerado devidamente.
*Com informações do SIMERS
Redator: Tradição Regional
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