S�bado, 13 de junho de 2026, 20:05h
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Fazer a prevenção de doenças que possam surgir em famílias é o objetivo principal de um programa do governo federal, criado em 2003, que é responsável por uma queda em patologias comuns ou graves, principalmente onde residem pessoas com renda mínima ou até inferior a necessária.
Quando não é possível evitar o surgimento, providenciam-se através de uma estrutura criada nas cidades, no caso de Piratini, os postos de saúde, o tratamento em busca da cura.
Este é o resumo da Estratégia de Saúde da Família (ESF), que é motivo de preocupação para o secretário de Saúde, Diego Espíndola, que atualmente também ocupa o cargo de presidente do Conselho Estadual dos Secretários de Saúde do Estado (COSEMS/RS).
Ocorre que, conforme o gestor, está aberto um debate nas esferas superiores, Estado e União, para impedir que o programa termine.
“O repasse das duas esferas citadas acima continua sendo de R$ 12 mil. Não é corrigido conforme as despesas. Hoje, para mantermos um médico cubano, duas enfermeiras, uma dentista e tudo mais que se faz necessário para a estrutura, são gastos entre R$ 24 mil e R$ 30 mil por mês. Assim, acaba sobrando para as prefeituras, que já não tem de onde tirar” desabafou Espíndola.
Em Piratini, são quatro ESF, duas delas em bairros com populações mais carentes: Padre Reinaldo e Cancelão e em todos, o trabalho começa a partir da visita de um agente de saúde, que faz todo um levantamento da situação dos residentes e leva os dados para discussão no grupo e, se com tendência à alguma doença ou portadores delas, são orientados a frequentar o posto para a seguir o consultório médico.
“O objetivo principal é evitar problemas como câncer, diabetes, hipertensão e, na ESF, ainda são formados grupos de gestantes que passam a ser acompanhadas e isso, dá mais segurança e qualidade à gestação, diminui as consultas no Pronto Atendimento e consequentemente, as internações hospitalares”, explicou o secretário que completa: “Do jeito que está à política nacional vão nos “matar” por asfixia. Corremos, inclusive, o risco de perdermos os médicos cubanos”, finaliza.
Redator: Tradição Regional
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