Sexta, 12 de junho de 2026, 05:17h
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O Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) Farroupilha de Piratini, criado pela Prefeitura e que gratuitamente orienta e trata pacientes com transtornos mentais leves a graves, não conta mais com o serviço de psiquiatria, considerado primordial para a recuperação dos acolhidos diariamente pela instituição, que atende em torno de 300 pacientes por mês.
Foram nove meses de atendimento da médica Natália Zandonadi Teles, formada em medicina pela Universidade do Itajaí, de Santa Catarina, estado para onde retornou após o final do contrato com a Prefeitura.
A Secretaria da Saúde informou que já está em contato com outros profissionais da área, com quem negocia valores para a reposição, mesmo o CAPS de Piratini sendo enquadrado na categoria comum, portanto não há, segundo a pasta, obrigatoriedade de fornecer o serviço. Essa foi uma decisão judicial que prevê sanções, mas que elevou a qualidade do tratamento e deu maior agilidade no diagnóstico dos usuários.
Com relação aos pacientes, a Secretaria entende que não haverá prejuízos drásticos, já que os prontuários permanecem no órgão e o substituto, aos poucos, vai se inteirando e absorvendo todas as situações para aplicar seus critérios e tratamentos.
Redator: Tradição Regional
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