Ter�a, 07 de julho de 2026, 18:11h
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A comissão que trabalha o processo de intervenção esteve reunida na última sexta-feira (10) para deliberar sobre as etapas do procedimento. A expectativa é de acordo com o secretário de Saúde, vice-prefeito Ronaldo Madruga, e o primeiro desafio do grupo consiste na elaboração de uma radiografia econômica da instituição. “Ainda não sabemos muito bem qual é o tamanho da dívida”, explicou Madruga.
A intervenção tem validade de 12 meses, podendo ser prorrogada até três vezes pelo mesmo período de tempo. A principal mudança consiste justamente na criação da comissão formada por integrantes da administração e da comunidade para gerir o hospital. Esta comissão não pode assumir o passivo, tampouco aumentar a dívida, que chegou a ser estimada em R$ 3 milhões.
A manutenção da estrutura hoje empenha aproximadamente R$ 38 mil mensais, valor superior às receitas oriundas do Sistema Único de Saúde (SUS) e da Mapim (empresa que compra serviços do hospital), que totalizam cerca de R$ 26 mil. Em função das dívidas, acumuladas há anos, o hospital não pode contratualizar com o Estado, o que permitiria a realização de atendimentos e exames subvencionados, por exemplo. Assim, a comissão terá o desafio de equilibrar receitas e despesas.
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