Ter�a, 07 de julho de 2026, 04:41h
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O espaço criado pela farmacêutica bioquímica Shana Espindola, no Sítio São Luiz, localizado a menos de um quilômetro da área urbana de Piratini, dá ao visitante não só uma terapia alternativa, mas também uma opção de fuga do estresse cotidiano que reduz a qualidade de vida da população. Aos 33 anos, Shana é a responsável por difundir e reduzir a desinformação e o preconceito em torno da acupuntura.
A técnica é oferecida no local através de uma estrutura que soma, além da recepção, três salas de atendimento e banheira de hidromassagem. A clínica oferece outros procedimentos de relaxamento. “A medicina trata as pessoas por partes. Se tu tens uma dor nos ossos busca o ortopedista. Se o problema é cardíaco, quem trata é o cardiologista. A acupuntura trata o corpo como um todo, incluindo o lado emocional”, garante.
Preconceito
Mesmo com o constante fluxo de informações disponível em todo lugar, ainda existe preconceito sobre a técnica que utiliza agulhas na pele. “Eu entendo que tu só podes dar um parecer sobre determinado assunto quando buscas ou tens conhecimento, mas às vezes esse desconhecimento faz com que criemos um preconceito”, diz. Ela explica que todos os materiais utilizados são esterilizados e a agulha não é reutilizada. “O tratamento com agulhas ajuda a atingir partes do nosso corpo que liberam substâncias existentes dentro do organismo que tratam as dores, desconfortos, etc.”, esclarece.
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