S�bado, 04 de julho de 2026, 03:56h
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O diretor administrativo da Crehnor, Gilson Rodrigues, falou durante a assembleia da entidade, realizada em Canguçu, sobre os projetos de habitação que estão em andamento para Morro Redondo. Em relação às 58 unidades habitacionais destinadas à comunidade Quilombola Vó Ernestina, Rodrigues destacou que o início das obras ainda depende de questões ambientais, que segundo ele, já estão sendo resolvidas. Com o recurso disponível e na conta da entidade, a expectativa é de que até o mês de maio comecem as obras.
Rodrigues ainda ressalta que em relação às cem unidades habitacionais que utilizarão recursos do Fundo de Desenvolvimento Social, construídas próximo ao Campo do Índio, a expectativa é de que até o mês de maio sejam assinados os contratos. “O projeto é muito burocrático. A planta já foi aprovada na Caixa Econômica Federal e agora o projeto foi para o Ministério das Cidades para aprovação financeira”.
Outro projeto que será assinado até o inicio do próximo mês, e também é de grande importância para o município, refere-se à construção de 40 casas, de 48 m², para moradores da zona rural. As moradias serão construídas com recursos do governo federal na ordem de R$ 28,5 mil. De acordo com Rodrigues, está sendo negociado com o governo do Estado a contrapartida de cinco mil reais. Somando com essas unidades habitacionais, Morro Redondo chegará a aproximadamente 400 construídas no perímetro rural.
Outra informação dada pelo diretor da Crehnor durante a assembleia, é de que um debate, com o governo do Estado, está sendo iniciado com a intenção de que recursos sejam liberados para que os municípios possam reformar e ampliar casas já existentes na zona rural. De acordo com ele, em fevereiro, o governo federal reabriu a possibilidade de liberar recursos para reformas rurais no valor de R$17,2 mil por família. Já em relação às casas na zona urbana, até o momento não existem políticas de habitação do governo federal. Mas ele lembra que por estarmos em ano eleitoral é possível que se crie uma linha de crédito para atender a essa população que já tem sua casa, mas não dispõe de condições para reforma-la.
Sobre os morroredondenses que possuem terreno vazio na zona urbana e que aguardam a liberação de recursos para construírem as suas casas, Rodrigues ressaltou que uma das alternativas será através do Fundo de Desenvolvimento Social ou pelo Projeto Sub 50, voltado a municípios com população inferior a 50 mil habitantes. Um edital será aberto pelo governo federal até o final deste mês de abril e tanto o município quanto a Crehnor estão credenciadas. “Tentaremos através de uma dessas esferas conseguir recursos para atender a esta demanda que inclui de 40 a 50 casas”.
Morro Redondo conta hoje com 500 associados juntos a Crehnor, por isso planeja-se, segundo Rodrigues, para o segundo semestre deste ano, implantar novamente e em definitivo um posto de atendimento da entidade no município contando com todos os serviços de um banco.
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