Sexta, 03 de julho de 2026, 20:33h
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Os paredões do Alto do Rosalvo, nas margens da ERS 702, a três quilômetros do primeiro acesso à Piratini, serviriam para ilustrar e dar mais beleza a uma obra avaliada em R$ 100 mil. A administração municipal pretendia que o local desse boas vindas e desejasse boa viagem para quem entrasse ou saísse da 1ª Capital Farroupilha. Mas quase três anos se passaram, e a obra sonhada pelo então secretário de Turismo e Urbanismo, Sérgio Castro, hoje vereador pelo PDT, se resumem a duas enormes bases de concreto medindo dois metros de largura, três de cumprimento, e não se sabe o quanto de profundidade.
Como foram construídas e só serviam para esta finalidade, centenas de sacos de cimento, além de brita e areia, hoje destoam da paisagem formada pelas rochas e a vegetação. Segundo Castro, a primeira etapa do que seria o pórtico foi a contrapartida acertada com o município. O projeto, no entanto, não vingou. “O valor foi de R$ 100 mil e foram oriundos de uma emenda parlamentar do deputado federal Afonso Hann (PP). O projeto estava pronto, mas a empresa vencedora da licitação queria receber já ao iniciar a obra, o que não foi possível porque a Prefeitura, na época, estava no Cadastro de Inadimplentes-(Cadin)”, explica o vereador.
O titular do setor de planejamento, Otávio Alves, disse que, na verdade, após a Prefeitura conseguir a liberação do Departamento Autônomo de Estradas e Rodagens, o que é algo bastante burocrático e demorado, a empresa que ganhou o direito de realizar o pórtico desistiu da obra e, como há um prazo concedido pelo governo federal para a execução, a verba foi perdida.
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