Quinta, 02 de julho de 2026, 00:50h
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No dia 13 de agosto, o Centro de Eventos de Morro Redondo foi palco de uma palestra voltada para os idosos do município, a cargo de Dionízio Kuchinski, coordenador Estadual da Pessoa Idosa da Secretaria de Justiça e Direitos Humanos do RS. Ele falou sobre o Conselho do Idoso e o Fundo Municipal do Idoso.
Conforme os dados apresentados, Morro Redondo possui 1.344 idosos. Desde março, o município já possui o Conselho Municipal do Idoso. Até o final do ano, o município projeta compor, também, e fazer parte do Fundo Municipal do Idoso. Kuchinski comentou que poucos idosos procuram participar dos grupos do CRAS, e que os que participaram deste encontro devem repassar as informações para os outros, culminando por intermediar, através de conversas, grupos de visitação e horários para praticarem atividade física na academia de ginástica ao ar livre, na Praça da Emancipação. Ele falou, ainda, que os idosos não podem somente ficar em casa, porque nesse caso, pode surgir um grande problema: a depressão. “Há a necessidade de conversar com os outros, não somente ir a bailes da terceira idade. Devem participar de diversas atividades, inclusive aprender a lidar com um grande meio de comunicação que é a internet. Nunca é tarde para aprender.”
Kuchinski perguntou quantos remédios a maioria dos presentes tomava, e muitos afirmaram que usavam entre seis e 12 por dia. Os participantes foram estimulados a conversarem com o médico sobre as medicações. O palestrante relatou, ainda, o motivo de haver mais viúvas do que viúvos. Segundo ele, as mulheres procuram o médico para resolver qualquer problema, enquanto os homens somente procuram o profissional quando os problemas de saúde já estão avançados. Ele reforça que as mulheres devem forçar os maridos a irem mais vezes ao médico e, principalmente, a fazerem exames de rotina.
Sobre o Fundo Municipal do Idoso, que já está em elaboração em Morro Redondo, Kuchinski citou que as empresas do município podem repassar 1% das suas arrecadações para as entidades como o Conselho do Idoso. “Ao invés de repassar para o governo, esse dinheiro poderá ficar aqui no município, gerando investimento para, inclusive, poder, no futuro, construir um centro de convivência do idoso.” O centro citado pelo palestrante seria adequado para os idosos realizarem palestras, oficinas, ter uma academia interna, cozinha para fazer bolachas, doces e salgados e realizar bailes.
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