Quarta, 01 de julho de 2026, 05:34h
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Obras tem prazo de 180 dias para serem concluídas e casas entregues às famílias
A construção de 70 casas do loteamento habitacional Colina do Sol devem ser retomadas no início de novembro, após uma parada de cerca de um ano. A previsão é do coordenador de Habitação, Nei de Almeida, após a realização de uma nova licitação para contratar empresa para finalizar as casas.
Estas são habitações que serão entregues para famílias que perderam suas casas na enxurrada de 2011, que atingiu pelo menos 20 mil pessoas na área urbana de São Lourenço do Sul. São famílias carentes que receberão os imóveis sem custo e outras que pagaram apenas uma taxa social, com baixas prestações. Hoje estas famílias vivem em casas de parentes ou em imóveis alugados através do aluguel social, programa do Governo Federal de auxílio a famílias carentes atingidas por desastres naturais.
O coordenador de Habitação explica que as obras pararam após a falência da empresa responsável, que finalizou apenas a construção de nove residências. “Eles trabalhavam dois, três dias e paravam, até que a empresa acabou falindo”, justifica Almeida. O novo contrato prevê a construção de 70 casas, 30 delas em terrenos onde as famílias já tinham imóveis e o restante na Colina do Sol, no bairro da Lomba.
A empresa Cempec venceu a licitação e deve reiniciar as obras no começa de novembro, com prazo de 180 dias para conclusão. O contrato entre Prefeitura e a Empresa deve ser assinado ainda nesta semana. “Estamos felizes, as pessoas os perguntavam, cobravam e agora podemos dizer que as obras serão retomadas. Se Deus quiser, algumas famílias já poderão estar em suas casas novas no Natal”, prevê Nei de Almeida. Regularização dos Loteamentos Camponesa A Coordenadoria Municipal de Habitação encerrou recentemente as reuniões individuais com os proprietários de casas nos loteamentos Camponesa e Nova Camponesa.
O objetivo é regularização a situação das 150 casas dos loteamentos, já que quase todos os proprietários não pagaram as parcelas e há casos de aluguel e até venda das casas. Nei de Almeida explica que o resultado deste trabalho de diálogo foi apresentado ao Conselho Municipal de Educação e um parecer foi entregue ao prefeito Daniel Raupp, para produção de decreto.
“Ainda não podemos detalhar como será, mas teremos alternativas e benefícios a estas pessoas. O trabalho de conversas foi muito bom e tranqüilo”, conta Almeida, prevendo para a próxima semana um novo encontro do Conselho de Habitação e a definição de todos os pontos para a regularização das casas.
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