Segunda, 29 de junho de 2026, 18:18h
Home Variedades
Falha humana ou mecânica? Essa é a questão a ser respondida em relação ao choque lateral de um ônibus, que transportava alunos e professores, com a Ponte do Costa.
O fato ocorreu na sexta-feira (10), mas somente na segunda-feira (13) chegou até a reportagem do JTR, através de uma professora que leciona no educandário José Maria da Silveira, 2º distrito de Piratini. Ela põe em dúvida a segurança do transporte escolar para a escola. “Desde o inicio do ano letivo o ônibus vem dando problemas. Comentei o assunto com um dos motoristas e até ele concordou que o carro não passaria em uma inspeção”, denuncia a funcionária, que requisitou anonimato, se referindo à inspeção realizada pelo Detran, a qual todos os carros devem ser submetidos para poder rodar.
A reportagem do JTR conversou, através da internet, com uma testemunha do fato, que também pediu anonimato. Ela narrou a situação. “O ônibus vinha em direção à ponte e, quando se aproximou, faltou freio, o que o fez acelerar muito devido a estar em uma descida. Uma caminhonete esperava sua vez de fazer a travessia (só é possível passar um veículo por vez) e, em cima da ponte, um caminhão vinha em sentido contrário”, relembra a testemunha: “O que evitou a tragédia foi que deu tempo do caminhão sair da ponte e o nosso ônibus bater na lateral direita da estrutura”, completa.
O que diz a Secretaria de Educação
Para Carmem Miranda Oliveira, que no momento auxilia a chefe do transporte escolar, Gilnéia Concalho de Souza, recentemente empossada no cargo, o que aconteceu aponta para falha humana e não mecânica. “Entendo pouco do assunto, mas acho que foi uma passagem de marcha errada, pois se fosse freio, depois do choque com a ponte, o ônibus não teria seguido em frente”.
Ela assegura que todos os veículos integrantes da frota passaram pela vistoria exigida mas, confessa, que no dia do episódio, o carro que fez a linha era um substituto, já que o titular estava com problemas. “Se fosse algo grave, assustador, os próprios passageiros que desceram do ônibus logo após o fato não teriam embarcado novamente e seguido viagem”, acrescenta Carmem.
Dez quilômetros depois do acidente, o carro em questão teve que parar novamente devido a um aquecimento do radiador.
Fechar X
Fechar X
Av. Imperador Dom Pedro I, 1886, sala 1 - Bairro Fragata - CEP: 96030-350 - Pelotas/RS
E-mail: [email protected] / Telefone: (53) 3281 1514
© Todos os direitos reservados