Domingo, 28 de junho de 2026, 04:58h
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A segunda-feira (1º) foi de repartições fechadas e escolas sem a maioria das aulas previstas. Com apenas R$ 600 no contracheque, os servidores do Estado começaram a semana em situação de nova paralisação para protestar contra o parcelamento dos salários pelo Palácio Piratini.
Na Capital Farroupilha, as portas da Delegacia de Polícia Civil amanheceram fechadas. Na fachada, havia um cartaz que informou a greve e a limitação dos serviços até quinta-feira (3), quando a normalidade começou a voltar. “Durante o período de quatro dias atendemos e ficamos dispostos a atender somente ocorrências de grande vulto como estupros, homicídios, roubo e outros crimes de grande relevância. O restante pôde ser feito através da Delegacia Online”, informou o delegado Rafael Vitola Brodback.
A Inspetoria Veterinária foi outra que ficou sem atividades e com portas fechadas, o que, mesmo com a greve terminada ainda esta semana, abre um ponto de indagação com relação à inspeção dos equinos que participarão do rodeio e desfile farroupilha. Diante do parcelamento dos salários e insatisfação da categoria, haverá fiscalização?
A Brigada Militar decidiu manter suas atividades normais, assim, os bancos trabalharam normalmente.
No Instituto de Educação Ponche Verde, o maior colégio da rede estadual em número de alunos, com cerca de 1.100 estudantes, o normal foi vê-los circulando pelos corredores e imediações. Segundo informou a diretoria da instituição, Lúcia Corral, boa parte dos 79 funcionários, incluindo professores, aderiu à paralisação. No auditório da escola, Mauro Rogério Amaral, presidente do 24º núcleo do CPERS sindicato, falou para mestres e aprendizes sobre o movimento, abordando seus direitos e deveres diante da situação que se repete pelo segundo mês consecutivo.
Redator: Tradição Regional
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