S�bado, 27 de junho de 2026, 08:33h
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Péssimas condições de tráfego na rodovia estadual são alvo constante de reclamação por parte dos leitores do Jornal Tradição Regional
*com informações do jornal Zero Hora
A estimativa feita pela Confederação Nacional do Transporte (CNT) é de que são necessários R$ 6,24 bilhões em investimentos
A pesquisa divulgada no dia 4 de novembro pela Confederação Nacional do Transporte (CNT) mostrou o que os motoristas gaúchos já sabem: as condições das rodovias estão cada vez piores no Estado. As estradas administradas pelo governo estadual são as mais prejudicadas. A RST-471, que passa por Canguçu, foi considerada em péssima situação, segundo a CNT. Esta rodovia possui um trecho federal que também foi avaliado como péssimo. A mesma avaliação foi feita para a ERS-241, que liga os municípios de São Vicente do Sul e São Francisco de Assis, na região central do Estado; a ERS-332, na Região Norte; e a ERS-640.
De acordo com o jornal Zero Hora, foram analisados 8.668 quilômetros de estradas nos seguintes critérios: pavimento, sinalização e geometria da via. A única que está em condição péssima para todos os pontos, incluindo a classificação “estado geral”, é a ERS-640, em 65 quilômetros de extensão percorridos. A rodovia liga o município de Cacequi à BR-290, em Rosário do Sul.
Avaliação da RST-471
A RST-471, em 149 quilômetros de extensão avaliados, está em situação péssima nos critérios de estado geral, sinalização e geometria. Em relação ao pavimento da rodovia, a CNT classificou a situação como ruim. A estrada passa pela região de Encruzilhada do Sul e vira trecho federal na região de Pantano Grande.
De todas as estradas que aparecem no estudo, somente a Rodovia do Parque (BR-448) é considerada ótima de maneira geral. A BR-290, no trecho entre Osório e Eldorado do Sul, a BR-116, no trecho de Guaíba, e a BR-392, entre Pelotas e Rio Grande, também foram consideradas ótimas, mas receberam a classificação regular pela CNT, que utiliza como critério a extensão total das rodovias. São boas, conforme a CNT, a RS-130 e a RS-240 e a BR-153, a BR-392 e a BR-470.
A estimativa feita pela CNT é de que são necessários R$ 6,24 bilhões em investimentos para a reconstrução, restauração e a manutenção dos trechos de rodovias danificadas.
Redator: Tradição Regional
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