S�bado, 27 de junho de 2026, 04:31h
Home Variedades
Uma das preocupações é com a falta de sinalização em frente a uma escola no Boqueirão.
A Câmara de Vereadores de São Lourenço do Sul realizou no dia 18 de novembro uma audiência pública para cobrar a finalização das obras na RS-265, trecho que liga o município a Canguçu. As obras de pavimentação que iniciaram há mais de uma década tiveram várias paralizações e foram retomadas em 2014 com a promessa de que os 8 quilômetros restantes seriam finalizados, o que ainda não aconteceu.
Atualmente, o pavimento está praticamente finalizado, porém ainda não há sinalização e alguns problemas de drenagem causam transtornos principalmente aos moradores das localidades de Boqueirão e Boa Vista, ambas com características urbanas, no interior de São Lourenço do Sul. “Foi mal feito. Não tem drenagem e a água começa a abrir buracos no asfalto”, critica o vereador Carlos Antônio Becker Lessa (Tonho), do PMDB, autor da proposição para realização da audiência, com apoio dos vereadores Dari Pagel (PP), Nestor Karnopp (PP) e Carmem Rosane Roveré (PSB), aprovada por unanimidade. Ele ainda revela que, após receber o convite para a audiência, o Daer fez uma operação tapa buracos em alguns trechos.
Problema ainda mais sério na avaliação do vereador é a falta de sinalização na rodovia. Uma das maiores preocupações é com uma escola no Boqueirão que fica em um trecho de elevação da pista. “Não tem sinalização e quem vem do sentido interior cidade não enxerga a escola e os alunos entrando ou saindo. Os carros passam a 120 km/h, uma hora dessas vão matar uma criança e a culpa vai ser do Daer”, reclama Tonho, que cobrou a instalação da sinalização no local e em toda a rodovia.
Além dos vereadores e da comunidade, a audiência contou com a participação de representantes do Executivo Municipal, do governo do Estado, do Departamento Autônomo de Estradas e Rodagem (Daer) e da Construtora Pelotense, responsável pela obra. A promessa é de que os pedidos serão estudados, porém o vereador já alertou que, se medidas não forem tomadas, recorrerá ao Ministério Público. “Eu dei prazo até o final do ano. Se não resolverem, vou denunciar ao Ministério Público”, adianta Tonho, que reclama ainda da demora do Daer em resolver várias questões: “Há muito tempo cobro pela drenagem e eles sempre dizem que precisa de estudos técnicos que nunca são feitos”.
Redator: Tradição Regional
Fechar X
Fechar X
Av. Imperador Dom Pedro I, 1886, sala 1 - Bairro Fragata - CEP: 96030-350 - Pelotas/RS
E-mail: [email protected] / Telefone: (53) 3281 1514
© Todos os direitos reservados