Quinta, 25 de junho de 2026, 23:33h
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Em uma iniciativa do gabinete do vereador e líder comunitário Vicente Amaral (PSDB), a duplicação da BR 116 e seus transtornos para a comunidade foi pauta, em fevereiro, de reunião no gabinete do prefeito Eduardo Leite (PSDB), juntamente com o supervisor local do Departamento Nacional de Infraestrutura Terrestre (DNIT), o engenheiro Vladimir Casa. Amaral é o porta-voz desta questão desde que as obras iniciaram, trazendo problemas na rotina da comunidade local. As vilas Virgílio Costa, Passo do Salso, Vila Nova, Governaço, e Loteamento Lauro Ribeiro vêm enfrentando um dilema há cerca de dois anos, após o fechamento da entrada e saída dos acessos a estes locais nos arredores das obras.
Além do fechamento pela BR, próximo ao Engenho Lorenzeti, os acessos às vias também estão bloqueados, deixando os moradores e transeuntes dependentes de um único acesso, que também se tornou a única via para carretas e caminhões pesados que transitam por lá, danificando-a, quebrando os canos de esgoto, utilizando estacionamento proibido, inclusive em frente à garagens dos moradores.
Os guard rails em frente a Vega também foram pauta da reunião, haja vista que estão bloqueando as entradas e saídas das vilas e até mesmo a travessia na BR, impedindo as pessoas de chegarem aos postos de saúde, as crianças de irem para escola, ou seja, todo acesso ao outro lado da BR está comprometido neste momento.
Ao longo destes dois anos de problemas de forte impacto, a situação ainda se agrava, pois estas mesmas localidades perderam cerca de 50% do atendimento do transporte coletivo no local. Parte do percurso foi perdido devido às obras, e os ônibus estão impossibilitados de cruzar a BR.
Na ocasião, o prefeito Eduardo Leite estabeleceu as prioridades para que o município cobre a celeridade nas obras. Ele relembra que em 2015, além de ter sido um ano chuvoso, as obras também enfrentaram dificuldades com a redução no repasse de verbas por parte do governo federal. Ambos os fatos colaboraram para o atraso do trabalho, mas o chefe do executivo salienta que agora é preciso focar nas soluções que afetam diretamente a população local, como é o caso do viaduto Herbert Hadler, que poderá solucionar diversos problemas.
“Apesar de serem de responsabilidade do governo federal, cabe ao município cobrar as devidas providências para os casos que impactam a comunidade”, observa o vereador Vicente Amaral.
O engenheiro Vladimir Casa, responsável pelas obras, acredita que se o tempo colaborar, de acordo com o andamento do serviço, até junho, as questões das entradas diretas para o Engenho Lorenzeti pela BR e dos guard rails em frente a Vega poderão estar solucionadas para a retomada da rotina da comunidade e também para toda população que poderá utilizar os novos acessos.
Redator: Assessoria de Imprensa
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