Quinta, 25 de junho de 2026, 07:55h
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Na última semana, o prefeito Daniel Raupp recebeu em seu gabinete o chefe da Divisão de Estudos e Projetos (DEP) da Superintendência de Portos e Hidrovias (SPH), Álvaro Francisco Mello. O encontro teve como pauta a batimetria do Rio São Lourenço, procedimento considerado pela administração como fundamental para basear atividades de desassoreamento e limpeza do Rio, que tem tido várias cheias nos últimos meses, causando transtornos e prejuízos aos moradores ribeirinhos.
No encontro, Mello afirmou que os trabalhos relativos à batimetria devem começar na segunda quinzena de maio. Uma equipe da SPH, acompanhada por funcionários da Coordenadoria Municipal de Defesa Civil e da Secretaria Municipal de Obras e Urbanismo, deve percorrer a extensão do Rio, no trecho entre a foz e a captação de água da Corsan, para fazer as avaliações.
A batimetria faz a medição da profundidade de uma massa de água, possibilitando um mapeamento representado por curvas batimétricas que indicam os perfis de áreas submersas. Através deste método, a Prefeitura poderá identificar locais em que se depositam os materiais sólidos, formando o assoreamento, para então desenvolver os encaminhamentos para a limpeza do Rio.
O prefeito Daniel Raupp, em recente entrevista ao Jornal Tradição Regional, considerou importante conhecer a realidade do Rio para só depois colocar em prática alguma ação, como a dragagem, por exemplo.
Estudos também estão sendo desenvolvidos com a Universidade Federal de Pelotas (UFPel) e a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) para a definição de obras necessárias a fim de evitar cheias. Além de um canal extravasor, lagoas de contenção estão entre as possibilidades de obras. O prefeito diz precisar de um prazo de 60 dias para a conclusão destes estudos.
Redator: Tradição Regional
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