Ter�a, 23 de junho de 2026, 11:29h
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O “sim” teria alcançado mais de 95,6% da votação na consulta informal do movimento “O Sul é O Meu País”, que prega a separação do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná do resto do Brasil para formar um novo país. A votação ocorreu no sábado (1) em quase 2 mil urnas (835 delas no RS) espalhadas na região. A coordenação garante que mais de 500 mil pessoas participaram.
“O povo não aguenta mais ver esta teta chamada sul alimentando grandes oligarquias. Há 25 anos a gente tenta de vários meios chegar a um senso pacífico para transformar esta realidade”, argumenta Moisés dos Reis, presidente da comissão do Plebisul em Porto Alegre.
Em Pedro Osório e Cerrito, apesar de já haver uma comissão há muito tempo instalada, até a véspera da eleição não estava confirmada a presença das urnas nas cidades, mas ao final foram providenciadas duas urnas nas cidades. Dos 156 votantes, 138 (88,46%) foram a favor e 18 (11,54%) foram contra. A representante da comissão “O Sul é o Meu País” no Estado, Anidria Rocha, explica que novas consultas devem ser realizadas até 2017, antes de dar encaminhamento à pauta. O movimento quer levar a proposta à Organização das Nações Unidas (ONU).
No Rio Grande do Sul, cidades nas regiões do Vale do Caí, Taquari e Serra Gaúcha tiveram maior participação. Em Porto Alegre, teriam sido 10 mil pessoas. O movimento estabeleceu como meta chegar a 5% dos eleitores de cada estado. Em Santa Catarina, foram 272 mil e eram buscados 230 mil. No Rio Grande do Sul, alcançou-se 397 mil, quando a meta era de 372 mil. Mas no Paraná foram apenas 24 mil votos. “Não é o ponto fraco, faltou organização. A aceitação é enorme entre os paranaenses”, garante Anidria. Foram 15 meses de preparação da consulta, com gasto de R$ 100 mil.
O Plebisul se trata de uma pesquisa de opinião com amostra aleatória, sem qualquer validade legal.
Redator: Tradição Regional
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