Sexta, 19 de junho de 2026, 05:54h
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A solicitação de radares na BR-293 por moradores do bairro Parque Fragata foi discutida na Câmara de Vereadores de Capão do Leão em audiência pública realizada no dia 31, na presença de representantes da Polícia Rodoviária Federal (PRF), do Departamento de Infraestrutura de Transporte (DNIT), da Empresa Concessionária de Rodovias do Sul (Ecosul), do Sindicato dos Rodoviários de Pelotas, do Sindicato Rural de Capão do Leão, da Patrulha Ambiental (Patram), da Brigada Militar (BM), de alunos da Escola Municipal do Parque Fragata, de gestores da Prefeitura Municipal, além de representantes de entidades e convidados.
Alunos que moram no bairro Parque Fragata, acompanhados dos pais e professores, levaram cartazes solicitando segurança no trânsito. Os trabalhos foram conduzidos pelo presidente da Câmara, Emerson Brito, que oportunizou a comunidade mostrar sua indignação pela sequência de acidentes com vítimas fatais na BR. O representante do DNIT, Henrique Otto Coelho, responsável pelo trecho até Bagé, prometeu interceder junto à superintendência do órgão no sentido de solicitar a transferência de dois pares de controladores de velocidade de Pelotas para Capão do Leão num prazo de 60 dias. A Câmara de Vereadores, a Prefeitura Municipal, e um grupo de moradores também intercederão através de um estudo para determinar o local correto da instalação dos controladores de velocidade com máxima urgência.
Ainda de acordo com Coelho, o DNIT já havia sinalizado positivamente sobre a necessidade da instalação de novos controladores de velocidade nesse trecho, mas a demanda é estadual e está em processo licitatório, demorando um tempo até a conclusão do processo. “A mobilização da comunidade para que se pressione o governo a investir nesse segmento é muito importante, pois o DNIT é um órgão que executa o que está definido politicamente por decisão do Ministério dos Transportes em obra de infraestrutura de transporte. Temos muitos projetos para serem feitos na BR-293, mas não temos recursos para executá-los, por isso a mobilização da população é muito importante”, explica. Caso haja demora em solucionar o problema, moradores não descartarão a possibilidade de trancar o fluxo de veículos na via. Em relação aos animais soltos na rua, a Prefeitura aguarda um desenrolar burocrático para concretizar o convênio com a Universidade Federal de Pelotas, além de fazer alterações no Código de Posturas do Município que estipula valor de multa a ser paga pelos proprietários dos animais soltos em via pública.
Redator: Tradição Regional
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