Quinta, 18 de junho de 2026, 04:59h
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A Feira Nacional do Doce encanta, não somente pela extensa lista oferecida de “gostosuras com açúcar” - como a própria organização se refere aos doces -, mas também por sua pluralidade. Apresentações artísticas e culturais mesclam-se entre as cores e aromas da Feira, passam pela Cidade do Doce e, logo adiante, o público já está envolvido na diversidade oferecida em produtos.
São 250 expositores que apresentam aos visitantes mercadorias que vão desde utilitários para a cozinha, itens de cama, mesa e banho, artigos de decoração, bolsas, acessórios, e, é claro, vestuário. E justamente o setor da moda está fortalecido na 25ª edição da Fenadoce.
Após 13 anos sem a sua realização, o Festival de Moda retorna ao Centro de Eventos e integra a programação da Feira, sob a coordenação do produtor de eventos e instrutor de manequins André Guerra. Com a intenção de valorizar os lojistas que participam do evento e promover o segmento na região, o Festival se dedica a dois pilares: o primeiro proporciona wokshop para os interessados na carreira de modelo; já o segundo trata dos desfiles com produtos exclusivamente à venda na Fenadoce.
Guerra comenta sobre o retorno do Festival que, segundo ele, seria algo óbvio de integrar as atrações, mas que ficou em segundo plano durante um tempo. “Acho que esse novo formato da Feira, essa nova maneira de administrar, como estão fazendo, está sendo ótima para que o pessoal consiga ver e relembrar coisas do passado que foram muito produtivas”, analisa. Quanto à integração com o evento, o coordenador do Festival destaca que a moda é, na verdade, a informação que o público procura, que desperta interesse. “A moda é uma coisa que as pessoas buscam muito, essa informação, e se a gente tem uma grande parte da Feira de expositores de moda e de acessórios, nada mais justo do que ter um evento para colocá-los na passarela”, justifica.
Dividido em duas etapas, o Festival teve início com o workshop, realizado nas tardes de segunda (5) e quarta-feira (7), reunindo interessadas que participaram do treinamento de duas horas sobre o universo da passarela. Guerra explica que a atividade também serviu para selecionar alguns nomes possíveis para serem convidados a integrar o grupo de profissionais que participará dos desfiles, segunda etapa e momento de maior expectativa para os organizadores e demais envolvidos.
“Todo produto levado à passarela é visto de uma forma completamente diferente, uma coisa é estar nas araras e outra é estar na passarela. E a intenção é, justamente, que o público veja a qualidade dos produtos que estão expostos na Fenadoce, pois tem moda e moda muito boa na Feira”, diz o coordenador, destacando o formato de valorização dos expositores. O desfile se dará de forma individual, empresa por empresa, de forma que cada uma terá direito a apresentar até quatro looks completos, formato escolhido, conforme Guerra, para que justamente o público possa identificar as peças e depois procurá-las nos estandes. Os desfiles acontecem nos dias 12, 13 e 14, às 16h e às 19h30.
Com grande reconhecimento pelo trabalho exercido na região há longo tempo, o pelotense André Guerra aproveita para contar como se sente em coordenar justamente a edição do Festival de Moda que ficará marcada pelo retorno das atividades, depois de tantos anos em ausência. “Para mim, está sendo extremamente prazeroso voltar a fazer os desfiles, pois desde o começo sempre incentivei. Já realizamos grandes eventos, então, pessoalmente, está sendo uma alegria muito grande voltar a dizer que Pelotas tem uma Feira e que existem eventos de moda dentro dela”, finaliza.
Redator: Tradição Regional
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