Ter�a, 16 de junho de 2026, 18:44h
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Para celebrar os 28 anos de serviços, alunos, diretores e funcionários da Associação dos Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae) de Piratini foram às ruas, não só para saudar a comunidade, mas para mostrar que a entidade continuará existindo, se depender daqueles que destinam um pouco de seu tempo ao local.
A caminhada ocorreu da sede até as avenidas principais e centrais do município. A presidente, Lizete Frizzo, falou da preocupação com os números, já que o quadro social caiu mais de 50%. “Tínhamos uma receita de sócios que nos gerava quase R$ 5 mil que contribuíam mensalmente. Atualmente, arrecadamos no máximo R$ 2 mil”, contou.
Outro problema para os cofres da entidade é o convênio com a Prefeitura. “Há uma dívida da gestão passada que impactou na prestação de serviços até mesmo aos alunos, 78 atualmente. Falamos com o prefeito Vitor [Rodrigues], que se comprometeu em não atrasar nem um mês esse ano. Os valores da gestão passada vamos resolver depois”, falou a presidente, que comanda hoje uma equipe de 40 voluntários, seis professores, dois funcionários e oito profissionais da área da saúde. Questionada sobre a maior carência da Associação, Lizete disse que ainda são pessoas como auxiliares administrativo e serviços gerais.
A presidente encerrou sua fala com duas metas audaciosas: a construção de uma calçada de acesso ao prédio para cadeirantes e a construção de um ginásio poliesportivo, não só para uso dos alunos para atividades, mas da comunidade em geral.
Redator: Tradição Regional
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