Ter�a, 16 de junho de 2026, 11:33h
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Liberdade de locomoção e conforto nas vidas dos cidadãos turuçuenses. Esses direitos foram assegurados através da declaração feita pelo superintendente do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), Hiratan Pinheiro da Silva, na terça-feira (4), em relação a um questionamento levantado pela prefeita de Turuçu, Selmira Fehrenbach, quanto à liberação das vias e conclusão das obras de duplicação da BR-116. Hiratan, quando questionado pela prefeita, disse que a obra do viaduto, que envolve a entrada da cidade, bem como o acesso ao comércio e o varejo local, será entregue pronta ainda este ano, mais especificamente no mês de agosto.
O encontro, mediado pelo editor-chefe e apresentador do RBS Notícias, Elói Zorzetto, reuniu lideranças políticas, representantes do governo federal, da polícia federal, de entidades representantes do comércio e varejo, além da grande comunidade de jornalistas e demais interessados na conclusão das obras de duplicação da BR-116 Sul. O local do Painel foi o auditório Dom Antônio Zattera, na Universidade Católica de Pelotas (UCPel).
As obras de duplicação iniciaram-se em 2012 com uma proposta de melhoria, proporcionando desenvolvimento, segurança e qualidade. Entretanto, com o contingenciamento de recursos ano após ano, as obras acabaram por causar transtornos e, inclusive, mortes. Foi por isso que começou a se instituir o movimento “Juntos pela BR-116 Sul” entre as mais diversas cidades pelas quais a rodovia margeia ou faz influência.
O superintendente do DNIT lembrou que, apesar de em 2016 o recurso disponibilizado ter sido zero em 2017, as obras ganharam, novamente, fôlego. “Agora, o principal entrave com as empreiteiras é o não pagamento do seguro do contrato (de 5% do valor da obra). Algumas empresas estão com dificuldades financeiras ou inseguras do investimento, por isso, estamos fazendo um remanejo orçamentário para tocar a duplicação em lotes sem problemas contratuais, como a do lote 9, no acesso à Pelotas. Sendo otimista, a obra total se encerra em 2019 ”, explicou Hiratan.
O grupo que age em defesa do término das obras prometeu ainda que pretende voltar à Brasília para uma nova discussão com os ministérios do Planejamento e dos Transportes sobre a disponibilização de verbas, visto que agora é consenso o quão urgente é o término deste empreendimento.
Redator: Assessoria de Imprensa
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