Segunda, 15 de junho de 2026, 11:56h
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O centenário do Lions Clube, celebrado por meio de encontros em todo o Brasil neste ano, chegou, no dia 31 de agosto, em Piratini, com reunião realizada na sede da entidade, onde membros locais reuniram-se para recepcionar o governador do LD3, Paulo Almeida, distrito que compreende os litorais Sul e Norte, a grande Porto Alegre e uma parte da região da Campanha, na qual se insere Piratini.
Almeida e sua comitiva foram recebidos por Jasson Rodrigues, liderança do Lions em Piratini, e por outros integrantes do clube de serviços. Entre as pautas, estavam necessidades do clube local, que ao longo do ano se insere na comunidade através de campanhas sociais, mas que nem sempre pode ir além por contar com escassos recursos.
Dadas as discussões, o governador, que já está no Lions há quatro décadas, conversou com a reportagem sobre o trabalho, as prioridades e as preocupações dos membros do Lions Clube a nível nacional e internacional.
Ele frisou que o Clube precisa e busca se aperfeiçoar constantemente, em virtude dos movimentos sociais quem se movem numa velocidade bem maior. “Até o ano passado, tínhamos algumas áreas de atuação que inseria inclusive a juventude. Não que ela não seja importante, mas, a fome, a acuidade visual, o diabetes e o câncer pediátrico precisam de nossa maior atuação”, explicou Almeida.
O governador lembrou que, atualmente, 400 milhões de pessoas estão com diabetes e muitas delas não sabem, sendo a oitava causa mais comum de morte no mundo. Com relação ao câncer pediátrico, o Lions precisa ter uma atenção. “Nunca surgiram tantos casos de câncer em crianças. Não sei por falta de estatística ou outro motivo”, acrescentou.
Mas ações mais diretas também foram citadas. Ele lembra que em tragédias causadas pela natureza também há a presença do Clube como, por exemplo, a enchente em Pelotas e Rio Grande, quando houve a interferência financeira da entidade. Quando a cidade de São Francisco de Paula foi tomada por um vendaval que causou estragos, em 48 horas, valores vindos dos Estados Unidos chegaram à cidade para serem investidos. “Não temos a pretensão de querer resolver o problema do mundo. Queremos dar apenas uma parcela e, com isso, amenizar a dor e o sofrimento, pois, às vezes, não sabemos o quão pouco é necessário para ser feliz”, conclui Almeida.
Redator: Tradição Regional
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