Sexta, 12 de junho de 2026, 07:33h
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12 jovens de Morro Redondo, que se alistaram no ano passado e completaram 18 anos, terão a oportunidade de servir ao Exército neste ano. Na quarta-feira (28), eles participaram do ato integrantes do 3º Regimento de Cavalaria Mecanizada (RC Mec) de Bagé, juntamente com a responsável pela Junta Militar municipal, Fabiana Rodrigues, familiares e amigos.
Desde 2013 os jovens de Morro Redondo e de Canguçu são atendidos por Bagé, passando a ser tributário. “Os jovens passam um ano conosco, servindo os valores do Exército e aprendendo um pouco que lá pregamos o que a sociedade deixa de lado, a honestidade e o amor à pátria”, falou o capitão Nunes.
Os jovens que foram aptos a servir são: Alex Maron Vaz, Cristiano Soares Gomes, Eduardo do Amaral Romano, Felipe dos Santos Teixeira, Guilherme da Silva Vieira, Jonathan Heinemann Neugahr Maass, Jose Aramel de Freitas Idiarte, Leonardo Vahl Correa, Maicon Neugahr Bosenbecker, Mateus Felipe Ledebuhr Hartwig, Nicolas Gabriel Einhardt Milech e Samuel Rosler Froner.
A rotina inicial é administrativa, após o internato de duas semanas e o retorno para casa. Em seguida, permanecem de segunda a sexta-feira, com folgas aos finais de semana para visitar os familiares, exceto aqueles que estiverem de plantão no Exército ou em alguma atividade do regimento. A formatura será no dia 9 de março, às 10h, 3º RC Mec, aberta aos familiares e comunidade em geral, oportunidade em que a comunidade pode conhecer o quartel, localizado na avenida Espanha, nº 64, no Centro.
No começo, os jovens são chamados de recrutas, mas recebem uma remuneração que se chama soldo pelos militares. Conforme o capitão, se o militar se engajar, atingir os pré-requisitos e conseguir ficar mais um ano prorrogando o seu contrato, o salário sobe. Às vezes, para o jovem, isso é muito importante porque antes não ganhava nada e para muitos é o primeiro emprego.
Os tipos de atividades realizadas ao longo do ano são dias de campo de uma a duas semanas, operações reais que garantem ordem, como no combate ao crime fronteiriço, operação Maré, no Rio de Janeiro, e outra operação no Haiti. O capitão Nunes afirmou ainda que o jovem, para permanecer no Exército, depende somente dele, que se destaque e cumpra com as suas obrigações militares da melhor forma possível. Após um ano será feito um perfil de cada jovem participante que dirá se ele tem ou não condições de seguir a carreira militar.
Redator: Tradição Regional
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