Sexta, 12 de junho de 2026, 00:04h
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Para marcar e celebrar o Dia Internacional da Síndrome de Down, comemorado em 13 países, a Associação dos Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE), de Piratini, reuniu uma parcela significativa de seus frequentadores, monitores, orientadores e demais funcionários na Associação Rural, na última quarta-feira (21). A data é reservada no calendário para conscientizar as pessoas sobre a importância da luta pelos direitos igualitários, o bem-estar e a inclusão das pessoas com Down na sociedade, frisando que a síndrome não é uma doença, mas sim uma mutação do material genético humano.
Entre as atividades recreativas que envolveram frequentadores, seus mestres e demais apaeanos, a vice-presidente, Mônica Taddei, - uma das que estiveram presentes nas primeiras ações para construir a sede atual há quase 30 anos -, resumiu o que é trabalhar não só com a síndrome de Down, mas com todo tipo de necessidade especial. “Todo o nosso trabalho visa socializá-los ao máximo possível. Buscamos a inserção no mercado de trabalho e na sociedade como um todo, pois nosso intuito é provar que é possível ser diferente com respeito. As pessoas com Down são seres iluminados, e querem e precisam se sentir valorizadas como seres humanos. Assim, queremos que sejam seres mais plenos e mais felizes, e é exatamente assim que eu me sinto quando estou junto a eles”, disse.
Ela acrescentou que todos os que convivem com as pessoas dessa síndrome são igualmente especiais, uma vez que não é tarefa fácil conviver com o “diferente”, mas que todos precisam fazer com que essas crianças e adultos especiais vejam que vale a pena aproveitar a vida buscando sempre a felicidade.
Redator: Tradição Regional
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