Segunda, 20 de julho de 2026, 22:51h
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Assim como Pelotas, Rio Grande também registrou saldo negativo nos primeiros meses de 2019
O saldo na geração de empregos nos quatro primeiros meses de 2019 foi negativo em Pelotas. O município perdeu 724 postos formais, conforme apontou o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED). O levantamento foi realizado pelo Escritório de Desenvolvimento Regional da Universidade Católica de Pelotas (EDR/UCPel).
O número de empregos formais em 1º de janeiro de 2019 era de 61.758. No final do mês de abril, passou a 61.034 vagas, uma queda de 1,17%, relatam os economistas do EDR, Ezequiel Megiato e Tiago Nunes. O pior desempenho foi o da indústria, com saldo negativo em 523 vínculos empregatícios; seguido do comércio, com menos 225.
Entretanto, se o mesmo período for comparado com 2018, o saldo em Pelotas passa a ser positivo, com a criação de 491 novas vagas de emprego. Saldo positivo também foi registrado no Rio Grande do Sul entre janeiro e abril de 2019, com a criação de 34.835 empregos. “A boa notícia não era esperada e pode demonstrar sinais de recuperação da economia”, avalia Nunes.
Assim como Pelotas, Rio Grande também registrou saldo negativo nos primeiros meses de 2019. 524 empregos formais deixaram de existir, uma queda de 1,36%. Em Porto Alegre, o cenário é mesmo das cidades da Zona Sul. Menos 2.003 empregos deixaram de ser ofertados aos trabalhadores.
Para o economista Tiago Nunes, a baixa capacidade na geração de empregos demonstra a necessidade da aprovação da Reforma da Previdência.
“Isso possibilitará a desoneração da folha de pagamente, o que deverá estimular novas contratações”, diz. Além disso, a aprovação da Reforma deverá auxiliar a fomentar na região a criação de novos investimentos da iniciativa privada.
Redator: Assessoria de Imprensa
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