Sexta, 10 de julho de 2026, 04:40h
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Mais de 20 metros do terreno encontra-se sem a tela de proteção, o que permite a entrada de animais e de vândalos
Não é de hoje que as páginas do Jornal Tradição Regional servem de desabafo e elo entre a comunidade e o poder público. Sendo assim, na manhã de quarta feira (24), Edis Antonio de Ávila, de 73 anos, e Rubens Tavares, 60, preocupados com a atual situação da parte nova do cemitério municipal, procuraram o semanário em busca de ajuda, numa tentativa de solucionar os problemas enfrentados pelas famílias que possuem entes queridos sepultados no local.
Conforme eles, não existe tela de proteção o que facilita a entrada de animais no terreno, quebrando armários, vasos, flores e coroas depositados em homenagens familiares. Há cerca de um ano, os moradores das vizinhanças já haviam pedido a construção de um muro em volta do cemitério, como prova matéria publicada na época pelo próprio jornal. “Temos nossos familiares ali. Não é possível que animais tenham livre trânsito em uma área onde guardamos, com tanto respeito e carinho, os nossos antepassados. Quem ira tomar providências?”, questiona Edis Antonio Ávila.
Já Rubens Tavares afirma que várias vezes os moradores fizeram reclamações na prefeitura, responsável por manter o local. “Já tive lá, falei com as pessoas e até agora nada”, desabafou. Segundo ele, tela não adianta , pois os animais acham um jeito de passar pela barreira. “O local precisa de um muro feito com tijolos”, garante. Mais de 20 metros do terreno encontra-se sem tela de proteção, o que permite também a entrada de vândalos. “Quebraram os vidros, danificaram o contador da luz e o orelhão ali existente”, contou um trabalhador do local que prefere não se identificar.
Redator: Assessoria de Imprensa
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