Quinta, 09 de julho de 2026, 19:01h
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O conflito entre o cerealista Fredo Westermann e a Prefeitura de Piratini por causa da falta de manutenção na estrada de acesso à empresa Westermann - Armazenamento de Cereais, localizada no Cerro do Galdino, pode ganhar um novo capítulo. Responsável por uma das maiores contribuições de ICMS para Piratini, a empresa solicita a manutenção permanente do trecho de 450 metros de chão batido que separa as instalações da empresa do trevo de acesso à cidade, na RS-702.
Agora, para solucionar o problema e poder escoar ou armazenar as culturas como soja e cevada, a Westermann Comércio e Agropecuária LTDA, decidiu investir adquirindo uma pá-carregadeira e uma caçamba, que deve manter os acessos às lavouras da família em bom estado de trafegabilidade. O investimento para solucionar o problema e evitar a quebra das pontas de eixos dos caminhões, situação que ocorre com frequência devido à irregularidade da via, foi de R$ 180 mil.
No entanto, como se trata de via pública sob a responsabilidade do município, Fredo Westermann teme esbarrar em empecilhos legais. “Vou aguardar o fim do período eleitoral e se não houver solução, independente de quem for governar a cidade, vou recorrer ao Ministério Público para obter a autorização para que nós mesmos possamos fazer o acesso”, assegura o empresário.
O cerealista disse estar bastante preocupado com o transporte da safra de cevada que já começou e que está sendo prejudicado pela má conservação das estradas. “Já estamos mandando para Porto Alegre quatro mil toneladas de cevada. São seis carretas carregadas saindo daqui diariamente e em 45 dias a situação se inverte, pois passamos a transportar esta cultura da lavoura para os silos”, explica o proprietário da empresa que gera 32 empregos na cidade.
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